Insania quer ser a Amazon de Portugal

A Insania, portal de vendas online, entra no mercado da moda e do luxo. A falta de presença direta da Amazon em Portugal é vista pela empresa como um oportunidade de negócio.

A Insania, portal nacional de vendas online, pretende ocupar a quota da Amazon em Portugal. A falta de representação da gigante americana em Portugal como uma oportunidade para a empresa nortenha, que repensou todo o seu negócio para poder acompanhar aquela que é vista como uma referência mundial do comércio eletrónico.

Com a reformulação do site, apostando no segmento de moda e luxo, e o investimento em novas instalações de logística, a Insania prevê chegar ao final do ano com uma faturação de 2,5 milhões de euros, um passo intermédio para o objetivo de cinco milhões de vendas em 2021, conforme antecipa o presidente do Insania, José Veiga.

Com foco no mercado da moda e do luxo e de forma a atrair mais clientes, a Insania investiu 100 mil euros para reforçar a presença online, antecipando a venda de mais de 60 mil novos produtos. Esta aposta é uma estreia em novas categorias, nomeadamente: puericultura, fashion e luxo. Serão introduzidos 500 novos produtos.

"O que mais nos diferencia da Amazon, por exemplo, começa logo pela presença física no território, onde dispomos de dois espaços nas duas grandes cidades e onde os clientes podem contactar e visitar a empresa, sem intermediários, aumentando assim a sua confiança no serviço.”

José Veiga

CEO do Insania

A preparar-se para esta nova oportunidade, a Insania apostou na expansão de dois polos logísticos no Porto e em Lisboa, o que vai permitir dobrar o número de envios diários de 400 para 800 encomendas, até ao final de 2019. De acordo com o comunicado enviado pela empresa, o portal não tenciona tornar-se numa plataforma exclusiva da moda, pois tem uma génese generalista, mas entende que há mercado em Portugal a ser explorado e por isso ambiciona assegurar as últimas tendências, desde acessórios ao vestuário.

Segundo o CEO da empresa, o objetivo é que alguns produtos de luxo fiquem mais acessíveis a todos, mas sobretudo que os nossos clientes sintam que estão a comprar bem, em segurança e em exclusivo”.

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