Administração da Compta tem luz verde para avançar com saída de bolsa

Acionistas, que tinham proposto perda de sociedade aberta, votaram mandatar a administração para formalizar a intenção. Tecnológica terá de esperar pelo parecer do auditor sobre a contrapartida.

Os acionistas da Compta – Equipamentos e Serviços de Informática mandataram o Conselho de Administração para avançar com a saída de bolsa da empresa. A tecnológica já tinha anunciado, em abril, a intenção de deixar de ser cotada no PSI Geral da Euronext Lisboa e espera ainda a fixação de contrapartida mínima a ser oferecida pelas ações.

A Compta informou, em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), que na Assembleia Geral realizada esta segunda-feira, foram “aprovadas por unanimidade” as propostas de “alteração parcial dos estatutos da sociedade”, bem como de “perda da qualidade de sociedade aberta” que tinha sido proposta também pelos acionistas.

No seguimento da aprovação, os acionistas da empresa atribuíram “ao Conselho de Administração mandato para praticar os atos e satisfazer as formalidades que se mostrem necessários à concretização” da saída de bolsa. Terá, no entanto, ainda de esperar para saber o preço que terá de pagar pelas ações.

Após o anúncio inicial, a CMVM pediu à Ordem dos Revisores Oficiais de Contas que nomeie um auditor independente para fixar o preço de saída da bolsa da tecnológica Compta, por as ações terem “reduzida liquidez”. O auditor independente irá fixar da contrapartida mínima a oferecer pelas ações, que valem atualmente 0,118 euros em bolsa.

Além da perda de sociedade aberta e alterações nos estatutos da empresa, a assembleia geral aprovou também com unanimidade “a redução do número de membros do Conselho de Administração de seis para cinco, com efeitos no mandato em curso de 2018/2021″.

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