França nega que Centeno esteja fora da corrida ao FMI

Porta-voz de Bruno Le Maire nega que Mário Centeno já não esteja entre os potenciais candidatos à sucessão de Christine Lagarde. "A shortlist de cinco candidatos não foi reduzida para três nomes".

O Governo francês negou esta segunda-feira que o nome do ministro das Finanças de Portugal, Mário Centeno, tenha sido removido da lista de cinco potenciais candidatos à sucessão de Christine Lagarde na liderança do Fundo Monetário Internacional. O ministro das Finanças francês é quem está a gerir o processo da escolha em nome da União Europeia.

“A shortlist de cinco candidatos não foi reduzida para três nomes, como foi noticiado por alguns órgãos de informação”, disse ao ECO uma porta-voz de Bruno Le Maire, que adiantou ainda que o ministro das Finanças francês “esteve em contacto com as suas contrapartes durante o fim-de-semana” e que essas consultas vão continuar.

A agência noticiosa Bloomberg noticiava esta segunda-feira que, após várias consultas durante o fim de semana, o nome de Mário Centeno teria sido afastado do lote de cinco candidatos a diretor-geral do FMI, tal como o da espanhola Nadia Calviño.

As consultas deverão continuar esta semana para que os países da União Europeia avancem com um nome para a sucessão ao FMI, de forma a continuar a tradição que existe desde a criação do FMI, de ser um europeu a liderar a organização.

Apesar do desmentido do Governo francês, os nomes mais fortes nesta altura serão mesmo os restantes três que têm sido avançados, nomeadamente o de Kristaliana Georgieva, atualmente no Banco Mundial e que tem sido apoiada por Angela Merkel para vários cargos europeus e internacionais, desde as Nações Unidas à Comissão Europeia. Na lista estarão ainda o atual governador do Banco da Finlândia, Olli Rehn, e do holandês Jeroen Dijsselbloem, ex-presidente do Eurogrupo.

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