Em atualização Mais de 18 mil candidataram-se a bolsa para emprego no Estado. O máximo são mil vagas

Foram 18.245 mil as candidaturas apresentadas no âmbito do processo de recrutamento centralizado para a Administração Pública Central. Contratação pode ficar mesmo abaixo dos mil.

Mais de 18 mil interessados apresentaram candidaturas no âmbito do processo de recrutamento centralizado para a Administração Pública Central, avançou o Ministério das Finanças, esta segunda-feira. Em causa está o processo de pré-seleção de licenciados para a nova bolsa para emprego no Estado, que deverá culminar com o recrutamento de, no máximo, mil técnicos superiores.

De acordo com o gabinete de Mário Centeno, entre 10 e 30 de julho, foram apresentadas 18.254 candidaturas. Destas, 3.413 dizem respeito à área jurídica; 4.872 à área económico-financeira; 6.903 ao planeamento, controlo e avaliação; 2.272 às relações internacionais e ciência política; 785 à estatística.

Apesar deste número significativo de interessados, no âmbito deste “Procedimento Concursal de Recrutamento Centralizado”, deverão ser recrutados no máximo mil técnicos superiores, podendo o número de efetivos ser ainda inferior, já que dependerá das necessidades dos serviços.

De acordo com o comunicado enviado, esta tarde, pelo Ministério das Finanças, está agora em curso — durante o mês de agosto — a “validação das candidaturas submetidas para verificação dos respetivos requisitos”, devendo seguir-se, nos próximos meses, a notificação, audiência e prova de conhecimentos dos licenciados selecionados.

“Após essa fase, os candidatos com aproveitamento realizarão as provas de avaliação psicológica, tendo em vista a constituição da reserva de recrutamento na entidade centralizada (“bolsa”), que vigorará pelo prazo de 24 meses”, explica ainda o Executivo de António Costa.

O Governo aproveita para frisar que o processo incluiu dois momentos, isto é, depois desta primeira etapa da constituição da tal bolsa, deverá seguir-se a oferta de colocação em posto de trabalho “para os candidatos que integrem a bolsa e para os serviços identificados e autorizados a recrutar nas áreas colocadas a concurso”.

“As vagas para cada serviço serão previamente autorizadas por serviço e publicitadas no início desta segunda fase”, acrescenta o Ministério das Finanças, referindo que o objetivo final é a constituição de vínculo de emprego público na modalidade de contrato de trabalho em Funções Públicas por tempo indeterminado.

Ou seja, ser admitido na bolsa de recrutamento (que irá vigorar por 24 meses) não é sinónimo de um emprego garantido. Só nesse segundo momento de oferta de colocação em posto de trabalho, conquistará o licenciado um lugar efetivo no Estado.

De acordo com a informação avançado no início de julho, os candidatos selecionados irão receber 1.201,48 euros brutos por mês.

(Notícia atualizada às 17h10)

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