Hoje nas notícias: depósitos, transferências e Ryanair

  • ECO
  • 3 Setembro 2019

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

No final do ano passado, o valor dos grandes depósitos sem garantia ultrapassou os 50 mil milhões de euros. É um recorde. Já no mundo das empresas, mesmo depois das denúncias do Governo, o Fisco não consegue obrigar a companhia aérea Ryanair a passar faturas. E no mercado de transferências do futebol, os três grandes portugueses lucraram mais de 180 milhões de euros.

Grandes depósitos sem garantia superam 50 mil milhões de euros

O valor dos grandes depósitos que não está protegido pelo Fundo de Garantia de Depósitos (FGD) chegou, no final do ano passado, aos 51.676 milhões de euros, um valor que representa uma subida de 7,4% face ao ano anterior. Este foi o terceiro ano consecutivo de crescimento e é já um recorde. Desde 2015, ano em que houve uma quebra dos depósitos contextualizada pela queda do BES no verão de 2014, pela intervenção da troika em Portugal e pela crise do euro, o montante global dos depósitos que não estão cobertos pelo FGD subiu 39%.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Fisco não consegue obrigar Ryanair a passar faturas

Mais de dois anos depois do próprio Governo ter denunciado a Ryanair à Autoridade Tributária (AT), por a empresa não estar a emitir faturas com o número de contribuinte dos passageiros, parece continuar tudo na mesma. O Fisco ainda não conseguiu atender ao pedido dos consumidores e não esclarece se já houve sanções à companhia aérea irlandesa.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).

UE admite classificar Brexit sem acordo como “desastre natural”

A União Europeia (UE) está a considerar classificar o Brexit sem acordo como um desastre natural. O objetivo seria libertar os fundos de emergência para auxiliar os Estados-membros mais afetados a ultrapassar eventuais dificuldades que possam decorrer de um hard Brexit. Assim, Bruxelas pode vir a desbloquear cerca de 500 milhões de euros, anualmente, disponíveis num fundo de solidariedade constituído em 2002 para enfrentar condições meteorológicas severas vividas nesse ano. A quantia, que deveria servir para emergências como inundações, fogos e terramotos, pode, agora, servir para apoiar países como a Holanda, Alemanha, Dinamarca ou Espanha.

Leia a notícia completa em Jornal de Negócios (acesso pago).

BCE: Reforma da troika dinamizaram mercado de trabalho

As reformas laborais introduzidas durante a estadia da troika em países “reformadores”, como Portugal, permitiram dinamizar o mercado de trabalho. A conclusão é de dois economistas do Banco Central Europeu (BCE). “Nos países onde as reformas foram implementadas, a transição entre empregos, no período pós-crise, parece ser mais sensível às mudanças no PIB em comparação com o período anterior à crise”, lê-se no estudo. “A capacidade de resposta na transição dos trabalhadores ao crescimento do PIB é observada de forma mais notória no grupo de países ‘reformadores’, como Grécia, Espanha e Portugal”, acrescentam os economistas.

Leia a notícia completa no Dinheiro Vivo (acesso livre).

Sporting, Benfica e FC Porto lucraram mais de 180 milhões

O mercado de transferências encerrou, esta segunda-feira, em Portugal e na grande maioria dos países europeus. Ao todo, os três grandes portugueses gastaram 135 milhões de euros em reforços e encaixaram 324,5 milhões na venda de jogadores. Contas feitas, o Sporting, Benfica e FC Porto tiveram um lucro de 189,5 milhões de euros. Em grande parte graças à venda milionária de João Félix — a mais alta este verão a nível mundial — o Benfica foi o clube que mais lucrou.

Leia a notícia completa em Diário de Notícias (acesso pago).

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