Managing partner da VdA subscreve guia do CEO sobre direitos humanos

João Vieira de Almeida juntou-se a 37 líderes nacionais e subscreveu o guia do CEO sobre direitos humanos. O guia foi lançado em junho pela Business Council for Sustainable Development Portugal.

O managing partner da sociedade de advogados Vieira de Almeida & Associados, João Vieira de Almeida, subscreveu o guia do CEO sobre direitos humanos. O advogado junta-se assim a 37 líderes empresariais nacionais no apoio à promoção dos direitos humanos.

O guia, lançado em junho, pelo Business Council for Sustainable Development (BCSD) Portugal, promove um maior envolvimento da gestão das empresas na melhoria das condições de vida dos colaboradores e das comunidades. Entre as empresas signatárias encontram-se a Altri, Brisa, Caixa Geral de Depósitos, CTT, Deloitte Portugal, EDP, Everis Portugal, Galp, Jerónimo Martins, Metropolitano de Lisboa, Millennium BCP, NOS, REN, SONAE e The Navigator Company.

O respeito pela dignidade humana é um princípio que deve presidir a todas as relações, incluindo as que têm lugar na esfera empresarial. Num mundo em que vivemos situações de risco permanentes, quer no plano ambiental, com a emergência climática, quer no plano social, com as migrações, apenas para dar alguns exemplos, é crucial que as empresas integrem o respeito pelos direitos humanos na gestão responsável do seu negócio e potenciem os impactos positivos que podem ter na sociedade”, afirma João Castello Branco, CEO da The Navigator Company e presidente do BCSD Portugal.Desenvolver relações de respeito e equidade com todos os seus parceiros, desde os colaboradores às comunidades envolventes, e prevenir situações de risco para os direitos humanos na sua cadeia de valor, é da maior importância neste contexto”, nota, em comunicado.

A BCSD Portugal é uma associação sem fins lucrativos, que agrega e representa mais de 90 empresas de referência em Portugal, que se comprometem ativamente com a transição para a sustentabilidade.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

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António Costa

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