Cristas recusa acordo com PS: “Há duas visões contrastantes”

  • ECO
  • 14 Setembro 2019

A líder centrista recusou qualquer chance de firmar um acordo com o PS após as eleições de outubro. "Seria muito estranho que todos os partidos quisessem ter um acordo com o PS", rematou.

O líder do CDS rejeita qualquer aproximação do partido com o PS. “Há duas visões contrastantes para o país”, sublinhou Assunção Cristas este sábado, no rescaldo do debate com o líder socialista António Costa.

Numa altura em que, alegadamente, surgem algumas vozes críticas dentro do partido, Assunção Cristas optou por vincar ainda mais aquilo que separa a alternativa centrista aos partidos da esquerda.

“A estratégia do CDS foi definida em congresso e aprovada em 2018. Seria muito estranho para uma democracia que não houvesse alternativa e contraste e que todos os partidos quisessem ter um acordo com o PS”, rematou a líder centrista, em declarações transmitidas pela RTP 3 a partir de uma ação de campanha no Mercado de Alvalade.

Sobre a notícia de que António Costa, atual primeiro-ministro, estará perto de uma maioria absoluta nas legislativas de outubro, Assunção Cristas apelou ao voto no CDS: “Não há vencedores antes das eleições e está nas mãos dos eleitores de centro-direita alterar aquilo que parece um estado já assumido de que a esquerda vai vencer. Nenhum voto do centro-direita pode ser desperdiçado”, frisou.

Mais de dez milhões de eleitores serão chamados às urnas no domingo de 6 de outubro, para eleger uma nova Assembleia da República (AR), da qual emanará um novo Governo.

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