Bright Pixel lidera consórcio europeu para projetos de blockchain

Sociedade de investimentos portuguesa é líder do consórcio que procura apoiar startups com base tecnológica ligada ao blockchain. Investimento é de 800 mil euros para cerca de três anos.

A portuguesa Bright Pixel vai liderar o consórcio europeu Blockstart, direcionado para startups que trabalhem com a tecnologia blockchain. A sociedade de investimentos lidera o programa europeu, em parceria com a Civitta e a F6S. Esta é a segunda vez que a portuguesa participa no consórcio.

“O desafio partiu de uma vontade da União Europeia de criar condições para que estas tecnologias possam ter impacto na indústria, sobretudo porque muitas PME não têm essa capacidade”, explica Benjamim Junior, cofundador e partner da Bright Pixel, em entrevista ao ECO.

A ideia deste consórcio é, por isso, ajudar pequenas e médias empresas, não só a conhecerem, mas a implementarem, soluções baseadas em blockchain e desenvolvidas por programadores e startups, agilizando as relações entre as duas partes.

“Este consórcio pretende ainda apoiar os empreendedores nesta área a validarem as suas ideias no mercado, e ainda potenciar boas práticas de utilização e implementação desta tecnologia, através de workshops, conferências, ou relatórios, junto da Comissão Europeia e demais intervenientes no ecossistema de inovação europeu, como associações, clusters, incubadoras, entre outros”, adianta a Bright Pixel em comunicado.

Ao longo de 30 meses, a Comissão Europeia vai investir cerca de 800 mil euros num processo que envolve 60 empreendedores e 60 empresas. Os participantes serão escolhidos na sequência de três calls (concurso aberto a candidaturas), sendo que a primeira está prevista ainda para este ano.

“A inovação está no nosso ADN e, por isso, temos acompanhado empreendedores e startups que desenvolvem soluções em tecnologias emergentes. A blockchain tem sido uma das áreas de foco porque reconhecemos o seu enorme potencial e acreditamos que há ainda muito caminho a ser definido por programadores talentosos”, detalha Celso Martinho, CEO e cofundador da Bright Pixel, citado em comunicado.

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