Decisão da Fed anima investidores. Wall Street avança

Novo corte na taxa de juro de referência dos Estados Unidos permitiu às bolsas norte-americanas registar ganhos, ainda que muito ligeiros.

Os investidores reagiram positivamente à decisão que saiu da reunião de dois dias da Reserva Federal (Fed) norte-americana. Apesar da sinalização de riscos, o novo corte na taxa de juro de referência dos Estados Unidos da América (EUA) fez com que as bolsas norte-americanas terminassem a sessão desta quarta-feira a valorizar, ainda que com ganhos ligeiros.

A reunião da Fed estava no centro das atenções dos investidores desde terça-feira e, esta tarde, finalmente, foi conhecida a decisão, que, aliás, já era antecipada pelos mercados. O banco central dos Estados Unidos voltou a cortar os juros. Esta é a segunda descida nas taxas de juro dos EUA desde 2008, sendo que o corte de 25 pontos base colocou o intervalo entre 1,75% e 2%.

“À luz das implicações dos desenvolvimentos globais para o outlook económico, bem como das pressões inflacionistas moderadas, o comité decidiu baixar o intervalo da federal funds rate“, anunciou a Fed.

Ainda assim, a entidade liderada por Jerome Powell admitiu que os riscos e as incertezas são ainda demasiado elevados para a Reserva Federal norte-americana conseguir definir o caminho que os juros de referência nos EUA vão tomar nos próximos meses.

“Hoje decidimos descer as taxas de juro. Tomámos esta decisão para ajudar a manter a robustez dos EUA, à luz dos notáveis desenvolvimentos e dar segurança contra os riscos futuros”, explicou Powell, na conferência de imprensa que se seguiu à reunião, deixando, contudo, em aberto o que acontecerá nas próximas reuniões.

Neste contexto, o S&P 500, que chegou a afundar após a decisão da Fed, acabou por encerrar a negociação a somar 0,01% para os 3.006,01, enquanto o industrial Dow Jones avançou 0,10% para os 27.139,05 pontos e o tecnológico Nasdaq desvalorizou 0,11% para os 8.177,02 pontos.

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