Instagram e WhatsApp conquistam os portugueses, Facebook perde notoriedade

O Facebook perdeu notoriedade em Portugal desde 2017, mas o Instagram e o WhatsApp, detidos pela mesma empresa, conquistam cada vez mais fãs no país.

Os portugueses estão mais fãs do Instagram e do WhatsApp, enquanto o Facebook começa a perder notoriedade, apesar de continuar a ser a rede social dominante. A conclusão faz parte do estudo Os Portugueses e as Redes Sociais, feito pela Marktest, que notou “uma ligeira tendência de quebra” desde 2017.

Os portugueses não estão a fugir das redes sociais. O abandono destas plataformas está em queda, com apenas 18,8% dos utilizadores a assumirem ter deixado de usar uma rede social nos últimos 12 meses. Entre as principais baixas — isto é, as plataformas mais abandonadas pelos utilizadores — está o Snapchat, seguindo-se o Twitter, LinkedIn e Tumblr. O principal motivo apontado foi a “falta de interesse”.

A Marktest garante que é o Instagram e o WhatsApp que mais têm crescido no país, ao nível da notoriedade e hábitos de utilização pelos portugueses, tendo quadruplicado o número de utilizadores nos últimos seis anos. Desde 2017, o Instagram apresenta “uma forte tendência de subida”, tendo duplicado “o volume de primeiras referências a redes sociais por parte dos inquiridos”, aponta a Marktest num comunicado.

“Também com forte tendência de crescimento está o WhatsApp, que praticamente duplicou a penetração nos últimos três anos e é já a segunda rede social mais utilizada”, refere a empresa. A esta aplicação de troca de mensagens junta-se o Messenger, que “entrou diretamente para a segunda posição em penetração” na sociedade, com 71% dos inquiridos a admitir ter conta na aplicação detida pelo Facebook.

Ainda assim, o Facebook continua a ser a plataforma mais usada, apesar de ter estado envolvida em diversos escândalos relacionados com falhas na proteção de dados pessoais em 2018. Os dados da Marktest indicam que “mais de 95%” dos participantes do inquérito têm conta na maior rede social do mundo.

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