Lisboa em 76.º no ranking das cidades inteligentes. Singapura lidera

No ranking do IMD sobre cidades inteligentes, a capital portuguesa ocupa a 76.ª posição entre 102 cidades. Lisboa está atrás de São Francisco, Copenhaga, Amesterdão, Londres, Hong Kong ou Madrid.

Lisboa encontra-se na 76.ª posição do novo ranking de Cidades Inteligentes do IMD. A capital portuguesa está bem atrás de grandes cidades, muitas delas europeias, como é o caso de Amesterdão, Paris ou mesmo Madrid, num ranking de 102 cidades que é liderado por Singapura.

O Smart Cities Index (SCI), que pretende medir a forma como os cidadãos avaliam o quotidiano nas suas cidades, coloca Lisboa atrás de Banquecoque, a capital da Tailândia, mas consegue ficar à frente de Roma, por exemplo.

A cidade portuguesa está, contudo, mais para o final de um ranking que tem Singapura no topo. A cidade-estado insular situada ao sul da Malásia lidera o SCI, seguida de Zurique, Oslo, Genebra, Copenhaga, Auckland, Taipé, Helsínquia, Bilbau e Düsseldorf.

Para a realização deste ranking, foram avaliados vários indicadores: o ambiente, a segurança, o acesso à educação e a serviços de saúde, a mobilidade e os transportes públicos, a interação social e a participação cívica, entre outros.

Através das respostas recolhidas pelo Observatório de Cidades Inteligentes do Centro Mundial de Competitividade do IMD em parceira com a Tecnologia e Design de Singapura, o SCI procura cruzar aspetos económicos e tecnológicos com uma “dimensão humana”. A ideia é perceber se os serviços prestados e se as tecnologias inteligentes implementadas melhoraram as vidas dos habitantes.

O IMD sublinha, em comunicado, que a performance económica das cidades inteligentes é “profundamente influenciada pelo contexto”. Isto explica a razão pela qual grandes centros urbanos, como São Francisco e Londres estão no Top 20 do ranking e cidades mais pequenas e com população abaixo dos 500 mil habitantes também conseguem obter pontuações altas, como é o caso de Bilbão (9º).

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