OutSystems lança escola de código. Quer formar 100 profissionais até ao fim do ano

Unicórnio criou escola de cursos gratuitos de programação para capacitar novos programadores a entrarem no ecossistema da empresa. Quer formar 100 alunos até final deste ano.

A OutSystems acaba de lançar a Low-Code School, uma escola de programação para formar novos profissionais, anunciou a empresa esta segunda-feira. A ideia é que a empresa líder mundial do mercado de plataformas low-code para o desenvolvimento rápido de aplicações, considerada unicórnio (com avaliação superior a mil milhões de dólares), possa formar profissionais na tecnologia OutSystems de forma a “aumentar as oportunidades de carreira e expandir o atual ecossistema em constante crescimento”, refere a empresa em comunicado.

No arranque, estão previstas cinco edições do programa, em regime integrar e pós-laboral, nas cidades de Lisboa, Braga e Castelo Branco. Os cursos são gratuitos e estão disponíveis para estudantes finalistas e/ou recém formados de cursos profissionais na área das Ciências Informáticas, bem como programadores com mínimo de três anos de experiência em linguagens de programação web ou mobile.

A primeira edição do curso decorre entre 21 de outubro e 4 de novembro, em Linda-a-Velha, em horário pós-laboral. Os candidatos devem apresentar candidatura através da página do programa, e até 14 de outubro.

Os cursos têm a duração de duas semanas e incluem acesso gratuito a um exame de certificação profissional e a oportunidade de uma proposta de emprego numa empresa parceira do ecossistema OutSystems. Até ao final do ano, a OutSystems quer formar uma centena de profissionais na tecnologia da empresa. As próximas edições pós-laboral para profissionais decorrem em Braga e em Castelo Branco, de 11 a 25 de novembro e de 2 a 16 de dezembro, respetivamente.

Usada em mais de 1.000 empresas em 52 países do mundo, a tecnologia OutSystems conta com uma rede de 250 parceiros. “A procura de profissionais com certificação técnica em OutSystems tem vindo a crescer de forma sustentada e é expectável que venha mesmo a duplicar no próximo ano”, refere a empresa em comunicado. Atualmente — em Portugal e Europa — existem mais de 600 vagas que procuram profissionais com certificação nesta tecnologia low-code.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

OutSystems lança escola de código. Quer formar 100 profissionais até ao fim do ano

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião