Galp brilha apesar de resultados negativos. BCP trava Lisboa

O PSI-20 fechou com perdas muito ligeiras, condicionado pelo deslize de quase 2% das ações do BCP. A travar perdas mais acentuadas esteve o setor da energia, com particular destaque para a Galp.

A bolsa nacional encerrou praticamente na linha de água, numa sessão em que os principais índices europeus se dividiram entre ganhos e perdas ligeiras. O PSI-20 foi condicionado pelo recuo de quase 2% das ações do BCP, com o setor da energia e em particular a Galp a impedirem perdas mais acentuadas para o índice lisboeta.

O PSI-20 caiu uns ligeiros 0,01%, para os 5.016,18 pontos, com 11 títulos no vermelho e os restantes sete em alta. Na Europa, o Stoxx 600 somou ligeiros 0,14%, num dia em que os investidores se mantiveram focados nos desenvolvimentos em torno do Brexit.

Por cá, o BCP foi o principal destaque negativo, com as suas ações a serem as mais penalizadas do PSI-20. Recuaram 1,88%, para os 19,82 cêntimos, a corrigir dos ganhos da sessão anterior que foram apoiados na manifestação de interesse por parte da Sonangol em manter-se no capital do banco liderado por Miguel Maya.

Em sentido negativo, destaque ainda para os CTT e para as papeleiras. As ações da empresa dos correios recuaram 1,14%, para os 2,432 euros, enquanto as da Altri e da Navigator perderam 0,82% e 0,54%, respetivamente, para os 5,465 e 3,318 euros.

O rumo da praça bolsista lisboeta só não foi mais negativo graças ao desempenho dos títulos do setor energético e, em particular, da Galp Energia.

As ações da petrolífera encabeçaram as subidas do PSI-20, registando uma valorização de 1,41%, para os 13,7 euros, depois de ter revelado esta terça-feira que espera aumentar o dividendo aos acionistas em 10% ao ano até 2021, apesar de ter visto os lucros descerem 33% nos primeiros nove meses deste ano.

Já as ações da EDP Renováveis somaram 1,22%, para os 9,96 euros, enquanto as da casa-mãe EDP ganharam 0,39%, para os 3,564 euros.

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