De norte a sul do país, veja o mapa com os 96 imóveis do Revive Natureza

De norte a sul do país há 96 imóveis do Estado que serão reabilitados para fins turísticos. Concursos deverão arrancar no final deste ano ou no início do próximo.

São quase uma centena e localizam-se nos mais recônditos cantos do país. São do Estado, estão devolutos há vários anos, mas vão ganhar utilidade. Os 96 imóveis que funcionaram outrora como casas florestais ou postos de vigia estendem-se de norte a sul do país e vão ser reabilitados para, depois, serem transformados em unidades turísticas. O ECO preparou um mapa com os edifícios que estão inscritos no Revive Natureza.

Para arrancar com este programa, foi criado o Fundo Revive Natureza, que será responsável por gerir estes imóveis. O fundo vai ser gerido pela Turismo Fundos, propriedade do Turismo de Portugal, que tem cinco milhões de euros para financiar a reabilitação.

Os 96 imóveis serão explorados por entidades públicas ou privadas, com o objetivo de “compatibilizar a conservação, recuperação e salvaguarda dos valores em causa com novas utilizações, que beneficiem as comunidades locais, atraiam novos visitantes e fixem novos residentes”, refere o decreto-lei publicado esta sexta-feira em Diário da República.

A maioria são antigas casas de guardas florestais, antigos postos de vigia, mas também há algumas moradias. Destaque para a Casa Florestal das Regalheiras, em Coimbra, o antigo Posto Fiscal de São Pedro de Moel, na Marinha Grande, e para os Moinhos da Corredoura, na Guarda. O ECO preparou um mapa com a localização destes imóveis.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

De norte a sul do país, veja o mapa com os 96 imóveis do Revive Natureza

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião