Hoje nas notícias: Sindicatos, telemóveis e ferrovia

  • ECO
  • 19 Novembro 2019

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Há 18 obras na ferrovia do Norte e Centro suspensas. O dia fica ainda marcado pela nota de que a sindicalização está em queda, pela vida cada vez mais longa dos telemóveis e pelo erro na Segurança Social que levou à penhora de 500 advogados. “Os bancos aproveitam-se da iliteracia financeira da maioria das pessoas”, diz o fundador da Revolut, esta terça-feira.

Sindicalização em Portugal caiu para 15%

A taxa de sindicalização em Portugal passou de 60,8% em 1978 para 15,3% em 2016, evolução que representa a segunda maior quebra entre os países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE). No conjunto dos 25 países analisados, foi a Nova Zelândia a registar o maior recuo da sindicalização. Destaque ainda para a Islândia e para a Suécia, que registaram as maiores taxas de sindicalização em 2016 — 90% e 67% respetivamente. Em sentido inverso, aparecem a Estónia (5%) e a Lituânia (8%).

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Governo suspende 18 obras na ferrovia do Norte e Centro

As 18 intervenções prioritárias na ferrovia do Norte e Centro apresentadas pelo Executivo em 2016 foram adiadas ou canceladas. Exemplo dessa suspensão é a eletrificação da linha do Douro, que continua sem data, bem como a eletrificação da linha do Minho, que está marcada só para o final de 2020.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).

Telemóveis estão cada vez a durar mais

Ainda que, todos os anos, as diversas marcas lancem novos modelos de telemóveis, o tempo que cada aparelho fica nas mãos dos utilizadores está a aumentar. Em média, um smartphone dura 28 meses antes de ser trocado, segundo dados de várias empresas de análise de mercado, como a Counterpoint Research, a Deloitte e a NPD Connected Intelligence. O tempo que se usa um telemóvel aumentou muito. No começo de 2017, a maioria das pessoas usava um telemóvel durante 21 meses antes de o trocar. No final de 2018, a média global ia além de 28 meses”, observa Tina Lu, analista da Counterpoint Research.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

“Os bancos aproveitam-se da iliteracia financeira da maioria das pessoas”

Em entrevista ao Observador, o presidente da Revolut considera que os preços que os bancos cobram pelos serviços que prestam “não são justos” e que estes se aproveitam da ” iliteracia financeira da maioria das pessoas”. Quanto às comissões cobradas pelas instituições bancárias, Nikolay Storonsky afirma que se “alguém se sentar e contabilizar todas as comissões que lhe são cobradas ficará em choque”, mas tudo se deve ao facto de os gestores dos bancos terem que proteger as suas fontes de receita.

Leia a entrevista no Observador (acesso pago).

Erro na Segurança Social penhora mais de 500 advogados

Cerca de 568 advogados foram alvo de processos de execução ou ameaças de penhora por alegadas dívidas contributivas à Segurança Social. Fonte oficial do Ministério de Trabalho explicou ao Correio da Manhã que os advogados em causa não têm contribuições em falta, mas foram incluídos erradamente no regime contributivo dos trabalhadores independentes. A tutela garante ainda que “todas as situações reportadas foram e estão a ser tratadas e regularizadas o mais rapidamente possível”.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Hoje nas notícias: Sindicatos, telemóveis e ferrovia

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião