Wall Street brilha. “Mais um recorde nas bolsas. Aproveitem!”, diz Trump

O otimismo em torno de um acordo entre a China e os Estados Unidos levou a novos recordes em Wall Street.

Bateram-se novos recordes nos índices dos Estados Unidos, com os investidores otimistas quanto a um acordo entre as duas maiores economias do mundo. São cada vez maiores as esperanças de que haja um entendimento entre a China e os Estados Unidos ainda este ano. Nas cotadas, o destaque foi para as empresas sensíveis a este cenário, como as fabricantes de chips.

O índice de referência S&P 500 valorizou 0,73% para 3.133,10 pontos, batendo um novo máximo histórico. O mesmo aconteceu com o tecnológico Nasdaq que somou 1,32% para 8.632,49 pontos, tocando o valor mais alto de sempre, assim como o industrial Dow Jones que avançou 0,68% para 28.066,34 pontos.

E nem Donald Trump deixou passar este dia em Wall Street despercebido. No Twitter, o Presidente dos Estados Unidos escreveu: “Mais um recorde nas bolsas. Aproveitem!”.

A primeira sessão da semana em Wall Street ficou marcada por ganhos acentuados, numa altura em que os investidores estão cada vez mais otimistas quanto a um acordo entre a China e os Estados Unidos.

O Global Times avançou que Pequim e Washington estavam “muito próximos” de alcançar uma “primeira fase” do acordo. Esta notícia, de acordo com a Reuters (conteúdo em inglês), veio dar ainda mais força às declarações do conselheiro de segurança dos EUA, Robert O’Brien, que referiu no sábado que ainda era possível alcançar a um entendimento antes do final do ano.

Entre as cotadas mais sensíveis a este cenário, destaque para as ações da Caterpillar que somaram 01,75% para 146,42 dólares, e para as da Micron Technology que subiram 3,66% para 47,54 dólares.

No S&P 500, o setor tecnológico foi o que registou melhor desempenho, com destaque para as ações da Nvidia, que liderou os ganhos ao subir 4,9% para 221,21 dólares. O Dow Jones subiu, sobretudo, à custa da Intel, que valorizou 2,04% para 58,81 dólares. Enquanto o Nasdaq foi impulsionado pelas ações da Apple (subiram 1,7% para 266,41 dólares) e da Amazon (cresceu 1,58% para 1.774,01 dólares).

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Wall Street brilha. “Mais um recorde nas bolsas. Aproveitem!”, diz Trump

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião