Estes foram os youtubers mais bem pagos este ano

A Forbes foi à procura dos youtubers mais bem pagos durante este ano. A lista é dominada por crianças e jovens, que no seu conjunto ganharam mais de 160 milhões de dólares.

O YouTube está a criar cada vez mais celebridades. E, nos dias que correm, aquilo que poderia ser visto como um hobbie está a tornar-se um autêntico negócio milionário.

A Forbes elaborou uma lista dos youtubers mais bem pagos do ano. A lista é dominada por crianças e jovens, que foram catapultados para o estrelato por atividades tão diversas como abrir brinquedos ou desporto. Conheça os cinco youtubers mais bem pagos de 2019.

1. Ryan Kaji – 26 milhões de dólares (23,36 milhões de euros)

Com apenas oito anos de idade, é o líder do ranking da Forbes deste ano. Ryan Kaji ficou conhecido aos três anos por abrir presentes — um género de unboxing — em frente às câmaras. Agora, publica vídeos das experiências científicas que faz e lançou uma linha com mais de 100 brinquedos e vestuário. Até tem um acordo com a Nickelodeon e a Hulu.

2. Dude Perfect – 20 milhões de dólares (17,97 milhões de euros)

São cinco amigos na casa dos 30 anos que ficaram famosos a publicarem vídeos a praticar desporto. Coby Cotton, Cory Cotton, Garret Hilbert, Cody Jones e Tyler Toney surgem a fazer acrobacias e até já bateram recordes do Guinness.

3. Anastasia Radzinskaya – 18 milhões de dólares (16,18 milhões de euros)

Anastasia Radzinskaya tem cinco anos, nasceu na Rússia e já é considerada uma das criadora mais promissoras do momento. Nos vídeos, a criança aparece a brincar com o pai e os conteúdos já são publicados em sete línguas diferentes. Marcas como a Lego já investiram milhares de euros em parcerias com a menina.

4. Rhett e Link – 17,5 milhões de dólares (15,73 milhões de euros)

Rhett McLaughlin e Link Neal foram das primeiras estrelas do YouTube e apresentam Good Mythical Morning, um dos daily slows mais populares da plataforma. No portefólio contam com quatro canais, bem como um podcast e dois livros publicados.

5. Jeffree Star – 17 milhões de dólares (15,28 milhões de euros)

Jeffree Star começou por publicar música no MySpace, mas agora destaca-se no YouTube, onde divulga tutoriais de maquilhagem. Tem uma linha de batons, entre outros produtos.

Segundo a Forbes, esta lista foi feita com base nas receitas dos youtubers sem contar com impostos e outros encargos, como as comissões aos agentes ou advogados. O período analisado pela revista foi entre 1 de junho de 2018 e 1 de junho de 2019.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Estes foram os youtubers mais bem pagos este ano

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião