3 desejos para 2020 de Arménio Carlos: “Uma política que combata as desigualdades e assegure a segurança do emprego”

"Um Portugal com futuro exige uma política que combata as desigualdades e promova uma justa distribuição da riqueza", diz Arménio Carlos, desejando que sejam dados passos nesse sentido em 2020.

O combate às desigualdades, o reforço da segurança no emprego e o encontro de respostas ao problema demográfico que o país. São estes os desejos de Arménio Carlos, dirigente da CGTP, para o próximo ano.

Em resposta ao desafio lançado pelo ECO, o sindicalista defende “mais investimento” nos transportes públicos, não só para promover a coesão territorial, mas também como ferramenta em prol da sustentabilidade ambiental.

No ano em que deverá regressar à Carris, como operário-chefe, Arménio Carlos deseja ainda que a empresa em causa valorize e “reconheça a importância” dos seus trabalhadores.

Um desejo para o país

Um Portugal com futuro exige uma política que combata as desigualdades e promova uma justa distribuição da riqueza, assegure a segurança do emprego e melhores salários para garantir a estabilidade dos trabalhadores, dos jovens e das famílias e responder ao problema da demografia com que o país se confronta.

Um desejo para o seu setor de atividade

Mais investimento nos transportes públicos com preços sociais para promover a mobilidade e a coesão social e territorial e assegurar a sustentabilidade ambiental.

Um desejo para a sua empresa

Que valorize os trabalhadores e reconheça a importância do seu trabalho para que a Carris corresponda às necessidades de transporte público da população de Lisboa.

3 desejos para 2020 é uma série de artigos a antecipar o que vai acontecer no próximo ano, nos mais variados domínios. Desafiámos políticos, empresários, gestores, advogados, reguladores, sindicatos e patrões a revelarem três desejos para o próximo ano: 1) Um desejo para o país, 2) Um desejo para o seu setor e, finalmente, 3) Um desejo para a empresa / entidade que gerem. Todos os dias, até ao final do ano, não faltarão desejos aqui no ECO.

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