Irão e China animam sentimento dos investidores em Wall Street. S&P 500 toca novo máximo

Sem grandes preocupações quanto aos conflitos dos EUA com os dois países, as praças norte-americanas preparam-se para fechar a semana em alta.

Wall Street entrou em alta na última sessão de uma semana que ficou marcada pela volatilidade causada pela tensão entre Estados Unidos e Irão. A tecnologia brilha entre as ações norte-americanas, enquanto a criação de emprego abaixo do espero está a travar os ganhos.

O índice financeiro S&P 500 abriu esta sexta-feira a avançar 0,2% para 3.281,18 pontos, a renovar máximos históricos. Já o industrial Dow Jones sobe 0,06% para 28.974,13 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq ganha 0,33% para 9.233,80 pontos.

As principais bolsas estão a ser impulsionadas pelos sinais de recuo na tensão entre Estados Unidos e Irão, após os ataques militares mútuos. A par, a guerra comercial também trouxe boas notícias para os investidores dado que o acordo entre EUA e China deverá ser assinado na próxima semana.

Em sentido contrário, os números do emprego estão a reavivar receios em relação à desaceleração da economia norte-americana. O Labor Department anunciou esta sexta-feira que foram criados 145.000 empregos nos EUA em dezembro, abaixo da estimativa de 164.000 novos trabalhos.

“Os números não ficaram muito longe das expectativas, consistente com o crescimento moderado do emprego. O que vemos são ganhos modestos nos salários e essa foi provavelmente a maior surpresa depois da revisão em baixa do ganho médio por hora tanto em outubro como em novembro. Ou seja, não há grande pressão para a Fed subir juros“, explicou Scott Brown, economista chefe da Raymond James.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Irão e China animam sentimento dos investidores em Wall Street. S&P 500 toca novo máximo

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião