Galp cai 1,5% e pressiona bolsa. Vírus da China afeta ações europeias

Surto do vírus na China, que já matou seis pessoas, chegou também às bolsas. Ações europeias foram pressionadas com medo dos investidores com casos chineses. Em Lisboa, Galp perdeu mais de 1,5%.

O surto do vírus na China chegou às bolsas mundiais. As ações europeias foram pressionadas pelo medo dos investidores em relação ao evoluir do surto que já matou seis pessoas. Por cá, foi a Galp a perder mais de 1,5% que pressionou a praça lisboeta.

O PSI-20, o principal índice português, fechou a cair 0,52% para 5.276,12 pontos, com 13 cotadas abaixo da linha de água. A petrolífera portuguesa Galp foi a grande perdedora da sessão: as ações caíram 1,59% para 14,85 euros, depois de o Morgan Stanley ter reduzido o preço-alvo da cotada dos 15,20 euros para 14,60 euros.

Também a Sonae e a operadora Nos cederam 1,25% e 0,52% na sessão. Esta segunda-feira, em reação ao caso Luanda Leaks, a holding liderada por Cláudia Azevedo disse estar a “acompanhar com atenção e preocupação” as notícias envolvendo administradores não executivos da Nos, reiterando a sua confiança na comissão executiva da telecom liderada por Miguel Almeida.

Do lado positivo, a EDP Renováveis travou uma maior perda em Lisboa, somando 0,93% para 10,88 euros.

Galp em queda

Vírus na China e UBS pressionam Europa

Lisboa acompanhou o sentimento negativo que se viveu um pouco por toda a Europa. A pressionar a confiança dos investidores estiveram dois fatores: os resultados desanimadores do banco suíço UBS e os receios sobre a propagação do vírus de pneumonia na China.

O índice de referência europeu, o Stoxx 600, deslizou quase 0,20% para 423,16 pontos. Em Madrid, Milão e Paris, as perdas rondaram os 0,50%. Frankfurt foi das poucas bolsas que fechou em alta, com uma subida tímida de 0,05%.

Do outro lado do Atlântico, Wall Street também está a negociar no vermelho. Após o fecho do mercado americano a Netflix e a IBM vão apresentar resultados anuais.

(Notícia atualiza às 16h54)

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