Surto de vírus na China afeta Wall Street. Bolsas americanas em queda

Depois do feriado do Dia de Martin Luther King, bolsas americanas arrancam esta terça-feira pressionadas pelo surto do vírus na China e pelo maior pessimismo do FMI sobre a economia mundial.

Depois do feriado do Dia de Martin Luther King, celebrado esta segunda-feira, Wall Street iniciou a semana em baixa. As bolsas do outro lado do Atlântico estão a ser pressionadas pelo surto do vírus na China e também pela revisão em baixa pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) das perspetivas económicas mundiais.

Os responsáveis oficiais chineses confirmaram que o novo surto de coronavírus fez já seis vítimas mortais, adiantando que o vírus é transmissível entre humanos, aumentando os receios de propagação na China. Trata-se de um vírus semelhante ao que causou a epidemia de SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave) em 2002, que provocou a morte de 774 pessoas em todo o mundo.

Ações mais expostas à China estão a evidenciar-se pela negativa, casos das transportadoras aéreas Delta Air Lines, que cede mais de 1%. Os operadores de hotéis e casinos Las Vegas Sands e Wynn Resorts, com negócios no mercado chinês, perdem mais de 5%.

Por outro lado, na frente macroeconómica, o FMI cortou as previsões para o crescimento da economia mundial em 2020 e 2021. Também as perspetivas para a evolução económica na Zona Euro foram revistas em baixa pelo organismo liderado por Kristalina Georgieva.

É neste cenário que o S&P 500 recua 0,29% para 3.319,90 pontos no arranque da sessão. Também o industrial Dow Jones e o tecnológico Nasdaq perdem 0,22% e 0,27%, respetivamente.

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