Nesta máquina do tempo viaja-se ao futuro do trabalho

Randstad antecipa o futuro com uma viagem numa "cápsula do tempo": os visitantes do "Building the Future" podem descobrir de que forma a tecnologia vai influenciar o futuro do trabalho.

Randstad criou uma “cápsula do tempo” que antecipa as tendências do mercado de trabalho.

“Imagine como será o trabalho amanhã” é o convite da Randstad para entrar na “cápsula do tempo”: uma caixa forte, forrada de ecrãs no interior que proporciona uma “experiência imersiva”. No primeiro minuto, vê-se o futuro e, em todos os ecrãs, surgem imagens e exemplos dos avanços tecnológicos que podem vir a ter impacto no mundo do trabalho.

Em simultâneo, ouvem-se testemunhos de personalidades: Jack Ma, ex-presidente e cofundador da gigante Alibaba, Elon Musk, fundador da Tesla, ou o autor britânico Simon Oliver Sinek são alguns dos nomes que alertam para a possibilidade de “um futuro de caos” e para a necessidade de estar “atento” ao que poderá acontecer.

No final da experiência, o tom inverte-se e vê-se um futuro do trabalho onde a tecnologia já está integrada em processos diários, desde a retenção de talento, até ao dia-a-dia dos trabalhadores dentro da empresa. Com esta experiência, a Randstad quer mostrar de que forma as tecnologias como o big data, os algoritmos ou a inteligência artificial podem ser incluídas de forma positiva e impulsionar o trabalho do futuro.

A “cápsula do tempo” da Randstad está presente no evento Building The Future, que decorre no Pavilhão Carlos Lopes, em Lisboa, a 28 e 29 de janeiro.

“As próprias pessoas sentem os seus medos e, ao serem confrontadas com eles, espera-se efetivamente o pior. Mas depois damos exemplos de como é que essas tecnologias hoje já são parte integrante daquilo que é a sua experiência de trabalho, e que é uma experiência positiva”, sublinha a diretora de marketing da Randstad, Inês Veloso, sobre a máquina do tempo.

“Coisas tão simples como saber, enquanto empresa, qual é a disponibilidade de pessoas que tenho com determinados perfis, em determinadas regiões, só é possível com big data. A mobilidade veio trazer a possibilidade de eu hoje fazer entrevistas, em que a própria pessoa escolhe a que horas quer fazê-la, e realiza-a em casa, sozinha. Neste momento, já temos soluções de gamificação que permitem fazer os designados psicotécnicos, que eram assustadores no passado”, com recurso a jogos no telemóvel.

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