Farfetch encaixa 250 milhões de dólares da Tencent e Dragoneer

Com esta operação de financiamento, a empresa de comércio eletrónico vai obter 250 milhões de dólares. Títulos de dívida convertível foram subscritos pela Tencent e a Dragoneer.

A Farfetch foi ao mercado financiar-se em 250 milhões de dólares (227,100 milhões de euros). Realizou, com sucesso, uma operação de financiamento através da emissão de títulos de dívida sénior convertível em ações da empresa. Tencent e Dragoneer foram os subscritores desta operação que visa ajudar na expansão da plataforma de comércio eletrónico vocacionada para o mercado de luxo.

Segundo o comunicado divulgado esta quinta-feira, a Tencent, empresa tecnológica chinesa, investiu 125 milhões de dólares (113,550 milhões de euros) nesta operação. Os restantes 125 milhões de dólares em títulos de dívida convertível ficarão a cargo da Dragoneer, um fundo de investimento norte-americano.

Este financiamento vai permitir à empresa liderada pelo português José Neves “complementar a posição de liquidez da Farfetch”, bem como “apostar numa plataforma mundial para a indústria de retalho de luxo e continuar a crescer, incluindo no mercado chinês, aponta a nota de imprensa.

Perante este investimento, José Neves, fundador e CEO da Farfetch, manifesta-se “satisfeito”, acreditando que irá apoiar a aposta da Farfetch em “escalar o negócio por forma a alcançar a rentabilidade a médio prazo”.

Ao mesmo tempo, Martin Lau, presidente da Tencent, destaca o facto de poder ajudar a Farfetch de se “tornar numa plataforma tecnológica para a moda de luxo”, especialmente no mercado chinês. Já Marc Stad, fundador da Dragoneer, reforça o trabalho de José Neves à frente da Farfetch para tornar a empresa que é hoje, “proporcionando um serviço único à sua crescente base de clientes”.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Farfetch encaixa 250 milhões de dólares da Tencent e Dragoneer

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião