Career Fair com mais de 2.000 empregos disponíveis na Nova SBE

Quase uma centena de empresas, centenas de estágios de verão e mais de 2.100 postos de trabalho disponíveis: são estes os números da Career Fair, que decorre esta quarta-feira na Nova de Carcavelos.

Accenture, BNP Parisbas, CBRE, Cisco, CMVM, EY, Lidl, L’Oréal, Sonae e Pestana são apenas algumas das 99 empresas de diferentes países a participar na edição de 2020 da Nova SBE Career Fair, feira de emprego que apresenta uma oferta acumulada de 600 estágios de verão, 1.300 estágios e 2.150 empregos e que decorre esta quarta-feira na Nova SBE, em Carcavelos.

Além das grandes empresas, o evento conta, pela primeira vez, com um espaço inteiramente dedicado ao empreendedorismo, apresentando 11 startups e Organizações Não Governamentais (ONG). “Este tem sido um pedido dos alunos nas últimas edições e orgulhamo-nos de termos conseguido dar resposta”, explica Julie Eracleous, diretora do gabinete de Careers & Corporate Placement na Nova SBE, à Pessoas/ECO.

De acordo com a organização da feira, este ano a Nova SBE organiza o maior evento de sempre, “com 99 empresas de diferentes países e indústrias”. “Uma vez que temos alunos de mais de 50 nacionalidades diferentes no campus, precisamos de satisfazer as variadas necessidades de recrutamento e certificarmo-nos de que fazemos a ponte entre empresas e alunos“, justifica a responsável.

A organização de um evento dedicado às empresas e ao contacto entre estas e os alunos da universidade faz, de acordo com Julie Eracleous, parte do ADN da universidade. “É parte da identidade da Nova SBE saber ouvir as necessidades do mercado, bem como as desta geração de graduados. Preparamo-los e equipamo-los com as competências necessárias para serem bem-sucedidos no mundo corporativo e, para muitos deles, esta é a primeira vez que podem fazer uso das mesmas num ambiente informal e acolhedor, uma vez que esta feira é um microcosmo do mercado de trabalho”, assegura.

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

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António Costa

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