Itália regista já 11 mortos por causa do coronavírus

  • ECO
  • 25 Fevereiro 2020

Casos de infeção por Covid-19 não páram de aumentar em Itália. Autoridades italianas contam já 11 vítimas mortais e mais de 320 doentes infetados pelo novo vírus.

Quatro mortes registadas nas últimas horas aumentaram para dez o número de vítimas mortais com infeção por coronavírus em Itália, onde os casos de infeção por Covid-19 não param de subir. As autoridades italianas contabilizam mais de 320 casos de doentes infetados pelo novo coronavírus.

O coronavírus continua a espalhar-se por vários países europeus, depois de Espanha, Áustria, Suíça e Croácia terem confirmado os primeiros casos esta terça-feira.

Mas a situação é especialmente delicada em Itália. As regiões da Lombardia e Veneto, no norte do país, continuam a concentrar as maiores preocupações. As autoridades fecharam escolas, universidades, museus, cinemas na última semana, e proibiram ajuntamentos de pessoas em locais públicos, incluindo no famoso carnaval de Veneza.

Dez cidades da região Lombardia, próximas da capital financeira de Milão, com uma população de cerca de 50 mil habitantes, estão sob quarentena, uma medida excecional para tentar travar a propagação do vírus.

Entretanto, durante esta terça-feira já se confirmaram outros casos no sul da região da Toscânia (centro de Itália) e na ilha de Sicília (sul).

O primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, tentou tranquilizar as populações e turistas: “Itália é um país seguro, onde se pode viajar e fazer turismo. O que há é áreas muito limitadas com restrições. Talvez seja um país mais seguro do que muitos outros”.

De acordo com o ministro da Saúde italiano, Roberto Speranza, os países vizinhos asseguram que vão manter as fronteiras abertas. “Concordamos em manter as fronteiras abertas. Fechá-las seria uma medida desproporcionada e ineficaz neste momento”, disse o ministro.

O surto do Covid-19, que começou na China no final do ano, já matou 2.705 pessoas e infetou mais de 80 mil, de acordo as autoridades de saúde de cerca de 30 países afetados.

(Notícia atualizada às 7h25 de 26 de fevereiro com mais uma morte)

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Itália regista já 11 mortos por causa do coronavírus

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião