Petróleo avança 2% face a cenário de cortes de produção pela OPEP

Investidores estão a apostar num corte de produção pela OPEP e de estímulos dos bancos centrais com vista a combater o impacto económico do coronavírus, o que puxa pelas cotações do "ouro negro".

O petróleo está em alta nos mercados internacionais, com as cotações a acelerarem 2%, estando os investidores a apostar num corte de produção por parte da OPEP e de estímulos dos bancos centrais com vista a combater o impacto económico do coronavírus.

O preço do barril do “ouro negro” já chegou a estar a valorizar mais de 4%, tendo aliviado entretanto, mas mantendo-se com ganhos em torno de 2%.

O barril do brent — que serve de referência para as importações nacionais — avança 2,34%, para os 50,83 dólares em Londres, enquanto o crude negociado em Nova Iorque ganha 1,99%, para os 45,65 dólares.

Petróleo recupera após seis dias a cair

Trata-se da primeira subida para os dois benchmarks do mercado petrolífero após seis sessões de consecutivas perdas causadas pela preocupação em torno do coronavírus. O vírus já matou mais de 3.000 pessoas e agitou os mercados na semana passada. No caso da praça bolsista lisboeta o tombo semanal foi de 12%, a maior queda desde outubro de 2008.

Vários membros importantes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) estão a ponderar um corte adicional na produção no segundo trimestre, com receios de que o surto do vírus corroa a procura de petróleo. A proposta anterior era de um corte de produção adicional de 600.000 barris diários.

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