Unbabel é uma das empresas mais inovadoras do mundo. Time Out Market em destaque

Revista Fast Company reuniu referências na lista das "empresas mais inovadoras do mundo". Unbabel foi distinguida pela sua plataforma de tradução com inteligência artificial.

A startup Unbabel, fundada por portugueses, é uma das mais inovadoras do mundo, segundo o ranking da revista Fast Company. A publicação destaca o trabalho que a startup tem desenvolvido através da sua plataforma de tradução que usa inteligência artificial, e coloca-a em terceiro lugar na categoria “enterprise”.

A revista destaca o papel da startup “por combinar a velocidade da tradução mecânica com a autenticidade de um falante nativo”, sublinhando a troca de um milhão de mensagens trocadas por clientes por mês.

“O ano passado foi completamente transformador para o negócio, com grandes avanços na tradução automática, adoção de produto e adoção por grandes clientes”, explica Vasco Pedro, CEO da Unbabel, citado em comunicado. “Estar entre os premiados de 2020 representa um forte reconhecimento dessas conquistas e a validação da nossa visão abrangente: disponibilizar o apoio centrado no cliente para todos os clientes em qualquer idioma”.

O ranking da Fast Company distingue as empresas que causam impacto na indústria e na cultura e, este ano, agrupa 434 de 39 países em 37 categorias, tais como educação, gaming, espaço, transportes, espaços de trabalho, viagens e desporto, entre outras.

Mercado lisboeta em destaque

Outra das empresas mais inovadoras do mundo na área de media é o grupo Time Out, distinguido pelo trabalho desenvolvido no âmbito dos mercados de alimentação que são uma extensão das revistas em papel. “Depois do lançamento bem-sucedido do Time Out Market Lisboa, em 2014 (e que atraiu perto de quatro milhões de visitantes em 2018), a empresa rapidamente expandiu o conceito em 2019, abrindo mercados em Miami, Nova Iorque, Boston, Chicago e Montreal”, justifica a revista.

“Num momento de crescente volatilidade global, a lista deste ano demonstra a resiliência e o otimismo das empresas em todo o mundo. Estas empresas estão a utilizar a criatividade para resolver os desafios não só das suas indústrias e mais além”, explica Amy Farley, editora da Fast Company.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Unbabel é uma das empresas mais inovadoras do mundo. Time Out Market em destaque

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião