Trabalhar num unicórnio? OutSystems quer contratar 300 pessoas

Líder de mercado em plataformas low-code quer contratar cerca de 200 engenheiros este ano e chegar aos 1.200 trabalhadores até final de 2020.

Trabalhar uma empresa avaliada em mais de 1.000 milhões de dólares? É possível. A OutSystems, empresa líder de mercado de plataformas low-code está a crescer a equipa e quer contratar 300 pessoas até ao final deste ano, entre as quais duas centenas de engenheiros, anunciou a empresa em comunicado.

A expansão da equipa da empresa-unicórnio significa que, no final de 2020, trabalharão na OutSystems mais de 1.200 pessoas.

“Procuramos talento que esteja alinhado com a mensagem de um produto que não tem limites, pela sua agilidade, rapidez e impacto na sociedade”, esclarece Mafalda Vasquez, head of Talent Acquisition EMEA da OutSystems, acrescentando que um dos grandes desafios passa pela escassez de talento na área tecnológica.

Procuramos talento que esteja alinhado com a mensagem de um produto que não tem limites, pela sua agilidade, rapidez e impacto na sociedade.

Mafalda Vasquez

Head of Talent Acquisition EMEA da OutSystems

“A falta de developers face à procura mundial tem pressionado o mercado tecnológico no que toca ao desenvolvimento célere de aplicações web e mobile que respondam às necessidades de transformação digital de empresas por todo o mundo, de todos os setores. A nossa solução tecnológica é, por isso, uma das mais importantes neste contexto, pois permite acelerar esta transformação e garantir um maior retorno às empresas”, sublinha a responsável.

Atualmente, a OutSystems tem vagas em Portugal para as áreas de software engineering (developers, technical leads, software architects, product managers), inteligência artificial e data (AI researchers, AI scientists, data analysts, data engineers, data scientists), cloud e administração de sistemas (devops, site reliability engineers), e UX/UI (user experience e user interface), adianta a empresa no mesmo comunicado.

Para responder aos desafios da escassez de talento, a empresa anunciou, no final de janeiro, o lançamento a sua low-code school nos mercados dos Estados Unidos, Holanda e Alemanha. A internacionalização deste conceito prevê criar mais de 5.000 postos de trabalho para profissionais com essas competências até ao final de 2020.

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António Costa

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