Hoje nas notícias: Orçamento, Montepio e Cabrita

  • ECO
  • 13 Março 2020

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A disrupção económica e social provocada pela pandemia do coronavírus continua a marcar a atualidade global, numa altura em que Portugal está no mapa do vírus com, pelo menos, 78 casos de infeção confirmados. O Governo apertou as medidas de contenção, que poderão comprometer o Orçamento do Estado para 2020 do lado das receitas e das despesas. No dia em que deverá reunir o conselho geral da dona do Banco Montepio, é também notícia o atraso no fecho das contas de 2019, por causa de um braço-de-ferro entre a mutualista e a auditoria.

Pandemia do coronavírus compromete Orçamento do Estado para 2020

O coronavírus ameaça comprometer fontes de receita fundamentais para o Orçamento do Estado para 2020, como é o caso da coleta do IVA, uma vez que se espera uma redução generalizada do consumo e as famílias tenderão a adiar compras de bens duradouros. Do lado da despesa, os gastos com saúde e Segurança Social também aumentam, para que o Estado possa proteger melhor a comunidade. Assim, se a pandemia se prolongar, Portugal terá de ligar com um abalo significativo nas suas finanças públicas.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Braço-de-ferro entre auditoria e Montepio atrasa fecho de contas

O choque entre a Associação Mutualista Montepio Geral e a auditora PwC atrasou o fecho das contas de 2019 da instituição que controla o Banco Montepio. Esta quinta-feira, pelas 20h00, a menos de 12 horas do conselho geral, os conselheiros — que reúnem esta sexta-feira, pelas 10h00 — ainda não tinham recebido as contas fechadas, nem o parecer do auditor. Em causa, como noticiou o ECO, está o facto de a auditoria exigir à mutualista que reveja em baixa o valor do banco para valores próximos dos de mercado, o que a associação contesta para evitar expor que está em falência técnica.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Cabrita nomeia ex-chefe de gabinete e boy do PS para diretor do SEF

Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, nomeou para número dois do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) José Luís Rosário Barão, o seu antigo chefe de gabinete quando era secretário de Estado adjunto da Administração Local. O novo diretor nacional adjunto desta entidade é um ativo membro do PS, sem vínculo à função pública, que foi vereador socialista na Câmara Municipal de Setúbal, faz parte da Comissão Nacional do partido e protagonizou um percurso político desde a JS. Porém, no currículo, que foi publicado em Diário da República, não consta qualquer atividade relacionada com imigrações ou estrangeiros — a especialidade do SEF.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).

Só a Caixa escapa a prejuízos no Estado

O conjunto do setor empresarial do Estado registou um resultado líquido negativo de 88,1 milhões de euros no ano passado. Estes prejuízos só não foram superiores porque a Caixa Geral de Depósitos apresentou lucros de 800 milhões de euros, que acabaram por contrabalançar as contas com uma redução de 76% nas perdas de 367,2 milhões de euros que tinham sido registadas no ano de 2018. Os dados são da Unidade Técnica de Acompanhamento e Monitorização do Setor Público Empresarial (UTAM).

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

PGR investiga corrupção no Conselho de Arbitragem

O desporto continua nas notícias, mas não pelos melhores motivos. Depois dos vários escândalos de Justiça que envolveram o futebol profissional, a Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu mais um inquérito para investigar suspeitas de corrupção e falsificação de documentos no Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). Em causa está uma denúncia feita pelo antigo árbitro Jorge Ferreira.

Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (ligação indisponível).

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