Covid-19. Siga as dicas ambientais da Quercus para a quarentena

Famílias portuguesas reféns do coronavírus produzem mais resíduos urbanos e gastam mais eletricidade, gás e água.

Não é por estarmos fechados em casa, em regime de teletrabalho e isolamento social, que as preocupações ambientais devem ficar esquecidas. Aliás, devem mesmo ser reforçadas.

Em quarentena, compramos mais, consumimos mais e produzimos mais resíduos. Vemos multiplicar os sacos de lixo, temos as máquinas de roupa e de loiça a trabalhar quase sem parar. Resultado? Mais resíduos urbanos e um maior gasto de eletricidade, gás e água.

A pedido do Capital Verde, do ECO, a Quercus deixa “algumas dicas de eficiência de recursos enquanto estivermos em isolamento social”. Conheça no vídeo 10 conselhos para poupar o ambiente e a carteira.

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O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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António Costa
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