Empresa distribuidora do Pingo Doce está a contratar entre 200 a 300 pessoas

  • ECO
  • 20 Março 2020

A pandemia do Covid-19 provocou um aumento da procura nos sites de retalho. A empresa distribuidora do Pingo Doce está a contratar entre 200 a 300 pessoas.

Após ser decretado o estado de emergência como forma de contenção do Covid-19, os portugueses viram restringidas as suas saídas ao exterior. Apesar das idas aos supermercados continuarem a ser possível, a empresas de retalho tem verificado um aumento das compras nos sites online. A distribuidora do Pingo Doce procura entre 200 a 300 pessoas para responder procura, segundo avançou a TSF.

Face a este aumento, as empresas não têm mãos a medir e já ponderam contratar mais mão de obra. A Mercadão, que assegura as entregas ao domicílio do Pingo Doce, revelou que os pedidos “triplicaram” e assegura que vão reforçar a equipa com mais 200 a 300 pessoas, segundo a TSF.

“A nossa equipa tem cerca de 150 pessoas, contudo não é suficiente para fazer face aquilo que tem sido a procura extraordinário que estamos a registar”, referiu Gonçalo Soares da Costa, diretor executivo da Mercadão, à TSF. A Mercadão pondera ainda assegurar a distribuição dos pedidos através de plataformas como a Uber. Superfícies comerciais como Auchan e Continente também estão a sentir o impacto do Covid-19 nas suas plataformas online.

No Continente Online, o surto de coronavírus fez a procura quadruplicar e já só é possível agendar entregas para meados de abril. No Auchan, entrar no próprio site é complicado, já que 70 mil pessoas, em média, têm tentado fazer compras ao mesmo tempo. De notar que, mesmo em estado de emergência, os supermercados (físicos) mantém-se abertos.

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