Quase 17 mil mortos em todo o mundo vítimas do Covid-19

  • Lusa
  • 24 Março 2020

Novo coronavírus matou 16.961 pessoas em todo o mundo desde que surgiu em dezembro, de acordo com um balanço feito pela Agência France Presse a partir de dados oficiais.

Quase 17 mil pessoas já morreram em todo o mundo infetadas por Covid-19, de acordo com um balanço feito pela Agência France Presse (AFP) a partir de dados oficiais divulgados hoje às 11h00.

De acordo com o novo balanço divulgado às 11h00, o novo coronavírus matou 16.961 pessoas em todo o mundo desde que surgiu em dezembro.

Foram registados mais de 386.350 casos de infeção em mais de 175 países e territórios desde o início da epidemia.

Itália, que registou a primeira morte ligada ao novo coronavírus no final de fevereiro, tem 6.077 mortes em 63.927 casos. 7.432 pessoas foram consideradas curadas pelas autoridades italianas.

A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, contabilizou um total de 81.171 casos (78 novos entre segunda-feira e hoje), incluindo 3.277 mortes (sete novas) e 73.159 curados.

Os países mais afetados depois de Itália e da China são Espanha, com 2.696 mortes para 39.673 casos, o Irão com 1.934 mortes (24.811 casos), França com 860 mortes (19.856 casos) e Estados Unidos com 499 mortos (46.440 casos).

Desde as 19h00 de segunda-feira, a Islândia e o Montenegro anunciaram as primeiras mortes ligadas ao vírus e Birmânia anunciou o diagnóstico dos primeiros casos.

Na Europa foram registados até às 11h00 de hoje 199.779 casos (10.724 mortes), na Ásia 98.748 casos (3.570 mortes), nos Estados Unidos e Canadá 48.519 casos (523 mortes), no Médio Oriente 29.087 casos (1.966 mortes), América Latina e Caraíbas 6.217 casos (112 mortes), na Oceânia 2.225 casos (nove mortes) e África 1.778 casos (57 mortes).

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Quase 17 mil mortos em todo o mundo vítimas do Covid-19

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião