Revista de imprensa internacional

  • ECO
  • 25 Março 2020

A Prada foi outras das muitas marcas de luxo que se dedicou à produção de máscaras médicas. A marcar o dia está também o encerramento do Parlamento britânico.

Há cada vez mais empresas a dedicarem parte ou a totalidade da sua produção a máscaras médicas de proteção ao coronavírus e, no setor do retalho, já são muitas as que aderiram a esta iniciativa. Mas enquanto uns ajudam os profissionais, outros tentam ajudar o cidadão comum, como é o caso do Governo espanhol, que está a preparar-se para suspender os pagamentos das rendas. E por falar em ficar em casa, isso poderá não ser muito bom para os casais… é que os advogados antecipam uma onda de divórcios.

Expansión

Espanha pondera suspender pagamento das rendas devido ao coronavírus

O Governo espanhol está a considerar aprovar no próximo Conselho de Ministros a suspensão do pagamento das rendas por, pelo menos, dois meses a todos aqueles que fiquem numa situação económica vulnerável devido ao surto de coronavírus. A medida apresentada pelo Unidas Podemos ainda poderá sofrer alguns ajustes, mas também prevê uma compensação económico do Estado de até 100% para os proprietários desses imóveis arrendados. Leia a notícia completa no Expansión (acesso livre, conteúdo em espanhol)

The Guardian

Depois da Gucci, YSL e Balenciaga, Prada também vai confecionar máscaras

A Prada é a mais recente marca de luxo a anunciar que vai alterar a sua produção para produzir máscaras faciais de proteção ao coronavírus. A empresa comprometeu-se a confecionar 110.000 máscaras até 6 de abril. A mesma iniciativa já tinha sido adotada por outras marcas têxteis, como a Gucci, Yves Saint Laurent e Balenciaga, mas também o Grupo LVMH, a Zara, H&M. Leia a notícia completa no The Guardian (acesso livre, conteúdo em inglês)

Reuters

Parlamento britânico encerra durante, pelo menos, quatro semanas

O Parlamento britânico deverá suspender todas as sessões durante, pelo menos, quatro semanas a partir desta quarta-feira, com o objetivo de retardar a propagação do coronavírus. Mesmo antes desta medida, o Parlamento já estava fechado visitantes e estava definido um número reduzido de deputados na Câmara dos Comuns, de forma a permitir que estes se sentassem com uma maior distância uns dos outros. Leia a notícia completa na Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês)

Financial Times

Empresas “sacam” 124 mil milhões de dólares em linhas de crédito

Nas últimas três semanas, mais de 130 empresas europeias e norte-americanas atraíram, pelo menos, 124,1 mil milhões de dólares (114,9 mil milhões de euros) dos seus credores, de acordo com uma análise do FT, mas é provável que o montante seja bastante superior. Entre as primeiras empresas a aproveitarem as linhas de crédito estão a Norwegian Cruise Line e a Hilton Worldwide, que foram fortemente afetadas pelo surto de coronavírus. Leia a notícia completa no Financial Times (acesso condicionado, conteúdo em inglês)

CNBC

Isolamento poderá levar a onda de divórcios

Se para alguns a vida de isolamento social poderá parecer uma espécie de férias, essa não é necessariamente uma boa notícia. É que nas alturas de longas pausas em família há mais relações a chegarem ao fim e os especialistas alertam que poderá acontecer com o surto de coronavírus. “As nossas alturas de pico acontecem após longos períodos de exposição como o verão ou o Natal. Podemos apenas imaginar como vai ser com as famílias fechadas em casa por tanto tempo”, diz a advogada Fiona Shackleton, famosa pelo envolvimento em divórcios de membros da família real britânica e outras celebridades. Leia a notícia completa na CNBC (acesso livre, conteúdo em inglês)

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