International Cultural Club of Portugal doa 100 ventiladores ao SNS. Vai produzir máscaras e fatos

O International Cultural Club of Portugal vai doar 100 ventiladores e outros equipamentos que permitam tornar mais rápidos os testes de despiste ao Covid-19. Material chega este domingo a Lisboa.

O International Cultural Club of Portugal, instituição que promove o intercâmbio entre culturas, vai oferecer 100 ventiladores ao Serviço Nacional de Saúde, bem como outros equipamentos, que permitem tornar mais célere o diagnóstico da doença. Além disso, vai investir na produção de material médico em Portugal, por forma a ajudar a travar a pandemia de Covid-19 em Portugal.

Entre o material médico que vai ser doado estão “100 ventiladores, oito máquinas automáticas de extração de ácido nucleico e 20.480 kits de extração e purificação de RNA”, informa o International Cultural Club of Portugal (ICCP), em comunicado. O material chega no próximo domingo a Lisboa e a entrega será articulada com a ajuda da Embaixada de Portugal em Pequim.

Segundo o ICCP, o equipamento oferecido é “uma solução inovadora” no combate à pandemia, permitindo tornar mais rápido e eficaz o processo do diagnóstico de infeção por Covid-19. “O sistema automático de extração de ácidos nucleicos, por exemplo, pode testar 100 amostras em apenas 40 minutos, sendo nove vezes mais eficiente do que esta operação em modo manual, que normalmente dura por um período de seis horas“, explica a nota de imprensa.

Além disso, a presidente do ICCP, Emily Kuo Vong, anunciou que vai investir em três linhas de produção automáticas de material médico, a norte do país. O objetivo é produzir fatos protetores e máscaras de proteção “de alta qualidade, tanto para adultos como crianças, em conformidade com os padrões da UE”.

Para fazer face à escassez e ajudarem no combate à pandemia no país, há já várias empresas a reorganizarem os seus modelos de negócios e a produzirem estes equipamentos de proteção. Pelo menos 200 empresas nacionais já expressaram “vontade” junto das autoridades de saúde de iniciarem a produção de máscaras de proteção para a população.

Ao mesmo, tempo a instituição não fica indiferente também ao impacto que as metidas de restrição para conter o surto estão a ter nos eventos culturais em Portugal, por isso, vai assegurar “dez espetáculos culturais, de dança, música e fado, para apoiar os artistas que pararam a sua atividade devido ao estado de emergência”, informa Emily Kuo Vong, citada em comunicado.

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