Reditus está a recrutar 210 trabalhadores

  • Lusa
  • 12 Maio 2020

A tecnológica portuguesa está a recrutar para várias áreas, tecnológicas e não tecnológicas, em ambiente presencial e remoto. Há vagas para a região do Porto e Lisboa.

A Reditus anunciou esta terça-feira que está a recrutar 210 novos colaboradores para vários projetos que tem em carteira, tendo ajustado os seus procedimentos de recrutamento e integração de novos trabalhadores através de entrevistas e formação inicial à distância.

A empresa adianta que há vagas para áreas tecnológicas e não tecnológicas, em ambiente presencial e remoto. As oportunidades disponíveis estão disponíveis na página oficial e no Linkedin da Reditus. As candidaturas podem ser submetidas aqui.

“No âmbito do plano de contingência operacional implementado pela empresa para fazer face aos desafios da covid-19, a Reditus definiu procedimentos específicos para todas as suas estruturas operacionais de forma a salvaguardar a segurança dos seus colaboradores e candidatos às oportunidades de emprego”, refere a empresa em comunicado.

“Os procedimentos abrangem toda a componente operacional das várias áreas de oferta, mas também as tarefas de recrutamento e integração dos novos colaboradores, nomeadamente através de entrevistas, formação à distância e a disponibilização de todas as ferramentas de trabalho necessárias para a execução das funções em teletrabalho”, acrescenta.

Fundada em 1966, a Reditus é uma empresa portuguesa na área das tecnologias, com presenças nacional e internacional, em Angola, Guiné Equatorial e Moçambique.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Reditus está a recrutar 210 trabalhadores

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião