Metro de Lisboa exige nova injeção financeira do Estado

  • ECO
  • 29 Maio 2020

As receitas de títulos ocasionais de transporte e passes, no acumulado de 1 de janeiro a 25 de maio, registaram uma quebra de cerca de 50% face ao período homólogo.

Com a falta de procura devido à pandemia, o Metro de Lisboa quer uma injeção financeira do Estado para pagar a fornecedores e pessoal, avança o Jornal Económico (acesso pago). As receitas de títulos ocasionais de transporte e passes, no acumulado de 1 de janeiro a 25 de maio, caíram para cerca de metade face ao período homólogo.

“Em consequência da acentuada quebra de receita e consequente falta de liquidez da empresa, verifica-se uma necessidade de apoio financeiro do Estado como acionista, para pagamento de custos operacionais, designadamente as remunerações e compromissos com fornecedores”, diz o presidente da empresa, Vítor Domingues dos Santos.

Mesmo em maio, quando já tinha arrancado o desconfinamento no país, a quebra nas vendas de títulos de transporte e de passes sociais, na rede do metropolitano, foi de 83,5% face ao mesmo período do ano passado. Vítor Domingues dos Santos aponta que o Metro “tem mantido um nível de oferta de serviço superior à procura real”.

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