Covid-19 já infetou mais de 6,2 milhões de pessoas em todo o mundo

  • Lusa
  • 2 Junho 2020

Face ao balanço desta segunda-feira, 2.739 novos óbitos e 106.849 novos casos foram registados em todo o mundo.

A pandemia do novo coronavírus já provocou pelo menos 373.439 mortos e infetou mais de 6,2 milhões de pessoas em todo o mundo desde dezembro, indica um balanço da agência AFP baseado em dados oficiais.

De acordo com os dados recolhidos pela agência noticiosa francesa, referentes às 19h00 TMG (20:00 em Lisboa) desta terça-feira, 6.220.110 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro de 2019 passado, na cidade chinesa de Wuhan, dos quais pelo menos 2.599.500 são agora considerados curados.

A AFP avisa que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total real de infeções, já que alguns países estão a testar apenas casos graves com internamento hospitalar, outros usam o teste como prioridade no rastreamento e muitos países pobres têm capacidade limitada de rastreamento.

Desde a contagem às 19h00 TMG de segunda-feira, 2.739 novos óbitos e 106.849 novos casos foram registados em todo o mundo.

Os países com mais óbitos nas últimas 24 horas são os EUA, com 607 novas mortes, Brasil (480) e Índia (230).

Os EUA, que tiveram o seu primeiro óbito em fevereiro, são o país mais afetado em termos de número de mortes e de casos, com 104.658 falecimentos e 1.797.457 casos. Pelo menos 444.758 pessoas foram declaradas até hoje curadas pelas autoridades norte-americanas.

Depois dos EUA, os países mais afetados são o Reino Unido, com 39.045 mortes em 276.332 casos, a Itália, com 33.475 mortes (233.197 casos), o Brasil, com 29.314 óbitos (514.849 casos) e a França, com 28.833 mortes (189.220 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica continua a ser o que apresenta mais óbitos face à sua população, com 82 mortes por cada 100.000 habitantes, seguido pela Espanha (58), Reino Unido (58), Itália (55) e França (44).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabilizou oficialmente um total de 83.017 casos (16 novos entre segunda-feira e hoje), incluindo 4.634 mortes (zero novas) e 78.307 curas.

Coronavírus Dados Informativos

Última atualização: 2020-07-11 04:00:03

Fonte: DGS

  • Confirmados

    45.679

    +402

  • Suspeitos

    401.296

    +2374

  • Recuperados

    30.350

    +301

  • Óbitos

    1.646

    +2

A Europa totalizava às 19h00 TMG desta terça-feira 179.040 mortes e 2.166.993 casos, os EUA e o Canadá 112.038 mortes (1.889.104 casos), a América Latina e Caribe 51.658 óbitos (1.029.284 casos), a Ásia 16.629 mortes (560.866 casos), o Médio Oriente 9.628 mortes (413.951 casos), África 4.314 mortes (151.339 casos) e a Oceânia 132 mortes (8.574 casos).

O balanço foi feito a partir de dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto de autoridades de saúde e informações da Organização Mundial da Saúde (OMS). A AFP avisa, porém, que devido a correções pelas autoridades ou a publicação tardia dos dados, os números de aumento de 24 horas podem não corresponder exatamente aos publicados no dia anterior.

Portugal, com 1.436 mortes registadas e 32.895 casos confirmados é o 24.º país do mundo com mais óbitos e o 29.º em número de infeções.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Covid-19 já infetou mais de 6,2 milhões de pessoas em todo o mundo

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião