Prosegur procura startups para criar escolas livres de Covid-19

Objetivo do desafio é criar espaços de trabalho seguros. As startups portuguesas podem candidatar-se e a empresa selecionada terá a oportunidade de desenvolver testes piloto em Madrid.

A Fundação Prosegur lançou um desafio às startups para ajudar a restaurar a educação presencial e encontrar “espaços livres de Covid-19”. O principal objetivo desta iniciativa é encontrar soluções inovadoras que facilitem a convivência em centros educativos e de formação.

“O impacto da pandemia na educação tem sido sistémico. Afetou diretamente os estudantes, os professores, as escolas e as famílias. A solução do problema da educação presencial deve ser colocada na vanguarda da agenda, pois, é necessário enfrentar as consequências do distanciamento em aspetos como o equilíbrio emocional e a sociabilidade dos alunos, o abandono escolar, a exclusão digital, a reconciliação familiar ou até um retorno eficiente à empresa”, explica Mercedes Borbolla, diretora da Fundação Prosegur, citada em comunicado.

Todas as startups nacionais e internacionais podem candidatar-se até ao dia 6 de julho, sendo que o desafio foca-se em três áreas prioritárias: controlo do fluxo de pessoas, controlo do acesso e sistemas de validação de identidade e sistemas de monitorização de saúde.

A startup selecionada terá a oportunidade de desenvolver testes piloto num centro educacional madrileno. Para o diretor de inovação da Prosegur, José Daniel García Espinel, este desafio é “um apelo à ação para que talentos inovadores se juntem a este desafio social. Com isto, esperamos que a tecnologia nos ajude a recuperar o elemento que nos torna mais humanos: o contacto e a interação com os outros”.

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