3 em cada 10 startups sofreram ciberataques em 2019 e 2020

  • ECO
  • 24 Junho 2020

Apesar dos efeitos da pandemia, as startups inquiridas afastam uma diminuição do orçamento para cibersegurança nos próximos 12 meses e mais de 13% das participantes preveem aumentá-lo.

Quase três em cada dez startups (27%), em Portugal, admitem ter sofrido ciberataques em 2019 e 2020, de acordo com um inquérito realizado pela Dashlane. De acordo com os resultados do estudo feito pela aplicação de telemóvel e computador que simplifica e protege a identidade digital, o “phishing” lidera a lista dos ataques informáticos mais comuns às startups.

O inquérito adianta ainda que, apesar dos efeitos económicos provocados pela pandemia da Covid-19, as startups participantes afastam a possibilidade de reduzir o orçamento para cibersegurança nos próximos 12 meses e, mais de 13% das inquiridas afirma até que irá aumentar este valor.

Inquirindo uma amostra de 37 empresas do ecossistema empreendedor português, a Dashlane — que conta com escritórios em Lisboa, Paris e Nova Iorque — elenca ainda os tipos de ataques mais comuns: depois do “phishing”, seguem-se os de “brute force”, “DDos” e “port scanning”. O ataque por “vírus/malware” também surge na lista, com 30%, tanto em 2019 como em 2020.

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