Marcelo diz que acordo foi “histórico”, mas alerta que verbas devem ser usadas “com rigor e critério”

Presidente diz que as verbas de Bruxelas serão uma "ajuda determinante" para combater "a crise social e económica que a pandemia provocou", mas alerta que devem ser usadas "com rigor e critério".

Marcelo Rebelo de Sousa considera que o acordo alcançado esta terça-feira em Bruxelas é “histórico” e “um excelente resultado” para Portugal tendo em conta os 45 mil milhões de euros que o país vai receber. No entanto, o Chefe de Estado deixa um alerta: as verbas devem ser usadas “com rigor e critério”.

Numa nota publicada no site da Presidência, “o Presidente da República saudou esta manhã em Madrid o histórico resultado do Conselho Europeu, que esta madrugada terminou em Bruxelas”. “Ao acordar um orçamento de mil oitocentos e vinte mil milhões de euros para os próximos sete anos, a União Europeia dá prova da sua força e da sua dinâmica, da capacidade de decidir democraticamente no diálogo, difícil mas profícuo, entre os seus 27 Estados Membros, no respeito de todos e na procura dos interesses comuns”, pode ler-se na mesma nota.

Os líderes conseguiram finalmente chegar a acordo ao fim de quase 90 horas de negociação e depois de um grande braço de ferro entre os países ditos frugais e os restantes Estados-membros.

Para Portugal é também um excelente resultado com uma perspectiva de vir a receber mais de 45 mil milhões de euros, uma ajuda determinante para combatermos a crise social e económica que a pandemia provocou, que deveremos usar com rigor e critério, constituindo uma nova esperança para o futuro de todos nós.

Marcelo Rebelo de Sousa

Presidente da República

Marcelo Rebelo de Sousa considera ainda que o acordo foi “um excelente resultado” para Portugal. O Chefe de Estado considera que os mais de 45 mil milhões de euros que o país poderá vir a receber são “uma ajuda determinante” para combater “a crise social e económica que a pandemia provocou”. E aproveita para deixar um recado: “deveremos usar com rigor e critério” esse montante, já que este é “uma nova esperança para o futuro” do país.

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