Ocupação de escritórios no Porto aumentou 38% no semestre

  • Lusa
  • 6 Agosto 2020

Volume de ocupação de escritórios na Invicta aumentou 38% no primeiro semestre do ano, sendo que dois terços dos negócios envolveram empresas multinacionais.

O volume de ocupação de escritórios no Porto, no primeiro semestre de 2020, aumentou 38% e dois terços dos negócios envolveram empresas multinacionais, avançou esta quinta-feira a Câmara Municipal do Porto, citando dados do relatório elaborado pela consultora imobiliária Predibisa.

Numa publicação no seu site, a Câmara Municipal do Porto salienta que “nem a pandemia travou a dinâmica empresarial e económica do Porto”, com o volume de ocupação nos primeiros seis meses do ano a aumentar 38%, face a 2019.

“O mercado de escritórios no Grande Porto registou um aumento de 38% no volume de ocupação, para um total de 28.281 metros quadrados de escritórios preenchidos”, refere a autarquia, citando dados do relatório OnOffice.

Segundo a autarquia, o relatório indica também que dois terços das transações “fechadas até junho” envolveram empresas multinacionais, das quais, 38% representam a instalação de novas empresas na região “o que serve para confirmar a crescer atratividade do Porto na área empresarial a nível internacional”.

Paralelamente, os dados indicam que durante o primeiro semestre do ano, 50% da ocupação de escritórios no Porto foi “motivado pela expansão de área das empresas”, sendo que a cidade “absorveu 65% da área colocada”.

Para a autarquia, os resultados do relatório “vem corroborar as conclusões” de um estudo já desenvolvido pelo município, através do gabinete InvestPorto, que concluía que, apesar do impacto da pandemia, a maioria das empresas “encara o futuro de forma positiva” e tenciona “continuar a recrutar novos colaboradores”.

Citada na publicação, Graça Ribeiro da Cunha, responsável da Predibisa para a área de escritórios, afirma que a “boa performance” nos primeiros seis meses do ano “deve-se à conclusão de negócios que já se tinham iniciado no ano anterior”.

A câmara do Porto acrescenta ainda que a criação de condições para atrair empresas e investimento é uma “das linhas orientadoras” do próximo Plano Diretor Municipal.

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