Nas notícias lá fora: Tik Tok, lay-off e orçamento europeu

Além da Microsoft, também a Oracle Corp está na corrida à compra da filial norte-americana do Tik Tok. Se a venda não acontecer até 15 de setembro, Donald Trump já disse que a rede social será banida.

Há mais uma empresa na corrida à compra da filial norte-americana do Tik Tok e o Facebook lançou uma nova funcionalidade para ajudar as empresas face ao impacto do coronavírus. No Reino Unido, debate-se o prolongamento ou não do equivalente ao lay-off simplificado português. Os “frugais” estão em modo de combate para proteger o orçamento da UE dos rebates. E no Canadá, o ministro das Finanças demitiu-se.

Reuters

Oracle na corrida à filial norte-americana do Tik Tok

A Oracle Corp está em negociações com a chinesa ByteDance para comprar a operação norte-americana do Tik Tok. Também o Twitter já expressou interesse na aquisição da filial nos Estados Unidos desta popular rede social, mas a Microsoft continua a ser a “favorita” para fechar este negócio. De notar que Donald Trump já deixou claro que, se a operação norte-americana do Tik Tok não for vendida até 15 de setembro, esta plataforma será banida.

Leia a notícia completa na Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês).

Bloomberg

Prolongar ou não o lay-off? Governo britânico pressionado

Depois do ministro das Finanças alemão ter proposto a extensão do lay-off por mais 12 meses, aumentou a pressão sobre o Governo britânico para seguir o mesmo caminho. Os trabalhadores estão ansiosos para ver se o Executivo de Boris Johnson vai ou não reverter os planos de eliminação gradual deste regime extraordinário. O prolongamento poderia salvar milhões de empregos a curto prazo, mas o Governo britânico tem insistido que a economia tem de ter margem para se reestruturar e adaptar ao mundo pós Covid-19.

Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso condicionado, conteúdo em inglês).

Financial Times

Frugais em modo de combate para proteger rebates

Os quatro “frugais”, Holanda, Dinamarca, Suécia e a Áustria, estão a usar todo o “arsenal” ao seu dispor para protegerem o valor dos rebates garantido na Cimeira Europeia. Pretendem ver o valor correspondente a esses descontos para o orçamento comunitário seja aumentado em 2% ao ano para evitar que em termos reais o valor desses desapareça num contexto de baixo crescimento económico provocado pela crise pandémica.

Leia a notícia completa no Financial Times (acesso pago, conteúdo em inglês).

Cinco Días

Facebook lança nova ferramenta. Empresas podem cobrar por eventos na rede social

O Facebook lançou uma nova funcionalidade de modo a ajudar as empresas a recuperar face ao impacto da pandemia de coronavírus. As companhias poderão promover eventos online, pelos quais poderão cobrar. No caso das empresas mais pequenas, o Facebook não cobrará qualquer taxa, durante o próximo ano. A exceção são as pequenas empresas que escolham receber as receitas através de equipamentos Apple. Neste caso, a empresa da maçã cobrará uma comissão de 30%.

Leia a notícia completa no Cinco Días (acesso livre, conteúdo em espanhol).

Politico

Ministro das Finanças canadiano demite-se

O ministro das Finanças do Canadá anunciou a sua demissão, após tensões crescentes com o primeiro-ministro Justin Trudeau sobre os gastos com a pandemia. Bill Morneau justificou a sua saída da seguinte forma: “Ao entrarmos numa nova fase na luta contra a pandemia, é tempo de um novo ministro das Finanças liderar o caminho”. O canadiano é também objeto de uma investigação sobre a sua relação com uma instituição de caridade que empregou a sua filha e à qual o governo adjudicou um importante contrato sem concurso público. Bill Morneau ocupava o cargo desde 2015 e será gora candidato à liderança da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Leia a notícia completa no Politico (acesso livre, conteúdo em inglês).

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