Portugal passa a estado de contingência a 15 de setembro para preparar resposta ao vírus no outono

Portugal irá entrar em estado de contingência a partir de 15 de setembro para preparar a gestão da pandemia durante o outono.

Portugal irá entrar em estado de contingência a partir de 15 de setembro, para preparar o combate à pandemia durante o outono, anunciou a ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva, esta quinta-feira, após a reunião do Conselho de Ministros. Atualmente o país está em estado de alerta, com a exceção da Área Metropolitana de Lisboa que continuará em estado de contingência nos próximos 15 dias.

A ministra revelou também que no dia 7 de setembro voltará a reunião no Infarmed, entre os peritos, responsáveis de saúde pública e responsáveis políticos. Ao contrário das reuniões anteriores, haverá uma parte inicial deste encontro que será pública.

Até lá, o Governo irá preparar novas medidas — que a ministra não quis antecipar — para serem aplicadas a partir de 15 de setembro para preparar o novo período de regresso às aulas e também ao posto de trabalho, para o caso de alguns, após o período de férias habitual de agosto e a chegada do outono.

O objetivo do Governo é atuar de forma “preventiva”, assinalou Mariana Vieira da Silva, explicando que “viveremos tempos que são mais difíceis dado o contexto internacional (nomeadamente o aumento de casos na Europa nas últimas semanas), a mudança nas vidas das famílias e a circunstância de enfrentar o outono”. Contudo, a ministra recusou que Portugal esteja já neste momento perante uma deterioração da situação epidemiológica.

A Área Metropolitana de Lisboa continuará em estado de contingência nos próximos 15 dias, mantendo-se as mesmas medidas que até agora vigoram. O resto do país continua em estado de alerta até 15 de setembro. “O Conselho de Ministros aprovou hoje a resolução que prorroga a declaração da situação de contingência na Área Metropolitana de Lisboa e de alerta no restante território, no âmbito da pandemia da doença Covid-19, até às 23h59m do dia 14 de setembro de 2020”, lê-se no comunicado divulgado esta quinta-feira.

(Notícia atualizada às 14h40 com mais informação)

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Portugal passa a estado de contingência a 15 de setembro para preparar resposta ao vírus no outono

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião