Hoje nas notícias: Novo Banco, presidenciais e Operação Lex

  • ECO
  • 16 Setembro 2020

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O Novo Banco está em destaque nas primeiras páginas dos jornais um dia depois da audição do seu presidente no Parlamento. A possibilidade de ser criado um sindicato bancário para financiar a instituição liderada por António Ramalho perante a recusa dos partidos da esquerda em viabilizar no Orçamento do Estado com mais dinheiro para o banco é uma das notícias avançadas esta quarta-feira. Destaque ainda para a defesa dos negócios de venda de malparado e de imóveis pelo Novo Banco que é feita pelo Banco de Portugal em resposta a uma pergunta do Bloco de Esquerda e enviada ao Parlamento.

Banca pressionada a socorrer Fundo de Resolução

Face à recusa dos partidos de esquerda em viabilizar um Orçamento do Estado com mais dinheiro para o Novo Banco, estará a ser procurada uma solução alternativa que passa pela constituição de um sindicato de bancos nacionais. Essa possibilidade estará a ser avaliada pelas principais autoridades envolvidas – Governo, bancos, Fundo de Resolução (FdR), auditores e o Banco de Portugal (BdP). A confirmar-se, será o reeditar de uma solução que já foi acionada anteriormente, em 2014. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Banco de Portugal defende negócios do Novo Banco

O Banco de Portugal está tranquilo relativamente à venda pelo Novo Banco de crédito malparado e de imóveis herdados do antigo Banco Espírito Santo. Numa resposta a um requerimento feito pelo Bloco de Esquerda, o supervisor diz que o Fundo de Resolução considerou, “face aos elementos factuais disponíveis, que as mesmas [operações de venda] foram realizadas em condições adequadas de mercado e que os preços obtidos corresponderam ao melhor preço que seria possível obter, em cada momento e circunstância”. O Banco de Portugal explica ainda que o Novo Banco não está impedido de fazer negócios com sociedades e fundos com ligações ao seu acionista principal – a norte-americana Lone Star. Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).

Marcelo cai 10% nas intenções de voto. Ana Gomes ultrapassa Ventura

O Presidente da República mantém-se na liderança para as presidências que vão decorrer em janeiro com 60,3% das intenções de voto, um número que tem vindo a perder terreno desde o mês de julho (70,8%), segundo uma sondagem da Intercampus para o Correio da Manhã e Jornal de Negócios. No segundo lugar do pódio segue a ex-eurodeputada do PS, Ana Gomes, que já ultrapassou o líder do Chega, André Ventura. Ana Gomes angaria 14% das intenções de voto, uma subida de mais de cinco pontos face ao mês passado. Já Ventura surge na terceira posição com 9,4% das intenções de voto. Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago) e Jornal de Negócios (acesso pago)

Rui Rangel e Fátima Galante têm bens arrestados

Os bens do juiz Rui Rangel e da ex-mulher Fátima Galante foram arrestado na sequência da Operação Lex. O Supremo Tribunal pediu o arresto de imóveis, carros e saldos das contas bancárias. Rangel será o cérebro de um alegado esquema de corrupção para viciar a distribuição de recursos na Relação de Lisboa. De acordo com a investigação, Rui Rangel terá recebido cerca de um milhão de euros em pagamentos para beneficiar vários interessados. Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

 

Horários desfasados abrangem mais de 600 mil trabalhadores

A medida do desfasamento do horário de trabalho já atingiu mais de meio milhão de trabalhadores (600 mil). Uma medida que está a causar polémica, tendo em conta que os sindicatos exigem que as alterações sejam negociadas. CGTP lamenta que os parceiros não tenham sido consultados na elaboração da proposta para desfasamento dos horários dos trabalhadores e manifesta-se preocupada com “poder discricionário unilateral”. De acordo com a proposta de decreto-lei, os empregadores de Lisboa e do Porto estão obrigados a implementar o desfasamento horário, mas quem tem filhos menores de 12 a seu cargo pode recusar este desfasamento de horário. Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (acesso pago).

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