Wall Street acelera com a Fed. Apple ganha mesmo sem iPhone

Com sinais positivos da China, mas também a expectativa quanto ao que fará a Fed, as bolsas norte-americanas valorizaram. Até a Apple subiu, mesmo sem apresentar um novo iPhone.

As bolsas norte-americanas continuaram a recuperar das fortes quedas registadas na semana passada, num dia de indicadores económicos positivos vindos da China. Expectativas de que a Fed adote uma política monetária ainda mais expansionista também ajudaram aos ganhos.

O S&P 500 subiu 0,54%, para 3.401,77 pontos, enquanto o industrial Dow Jones apresentou um ganho marginal de 0,06%, para 28.010,22 pontos. O tecnológico Nasdaq destacou-se, subindo 1,16%, para 11.184,40 pontos, depois de afundar mais de 4% no acumulado da semana passada.

O dia foi repleto de fatores que influenciaram as negociações, desde logo os sinais de recuperação da economia chinesa. Isto num dia em que teve início de uma reunião de dois dias da Fed em que se espera que Jerome Powell dê, esta quarta-feira, mais sinais de que está disposto a dar um maior contributo para a recuperação dos EUA.

Na tecnologia, o destaque foi a Apple. A empresa esteve a registar ganhos expressivos, mas as ações cederam e chegaram a registar uma evolução negativa, depois de ter terminado o principal evento anual sem apresentar um novo iPhone. No entanto, a tecnológica liderada por Tim Cook lançou novos pacotes de serviços, aos quais chamou de Apple One, algo amplamente aguardado pelos investidores há já algum tempo. Os títulos subiram 0,17%, para 115,55 dólares.

Kim Kardashian chegou a assustar o Facebook, em bolsa. A popular figura pública norte-americana publicou mensagens nas redes sociais incitando os fãs a aderirem ao boicote ao Facebook e ao Instagram, o que levou à queda das ações. Contudo, os títulos acabaram por recuperar, encerrando a valorizar 2,33%.

Um último destaque para as ações da Tesla. A fabricante de automóveis elétricos está novamente em forte alta, depois do afundanço da semana passada. Registou um ganho de 7,09% e os títulos estão a cotar em 449,38 dólares cada.

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