2,6 milhões de famílias com botija pagam mais do dobro pelo gás

  • ECO
  • 22 Setembro 2020

As populações que vivem fora dos grandes centros urbanos e que têm apenas acesso a gás engarrafado pagam 230 euros acima do valor médio gasto nas casas onde o serviço é canalizado.

Milhões de portugueses são penalizados em relação a outros na despesa anual com gás. São cerca de 2,6 milhões de famílias que pagam mais do dobro, nomeadamente aquelas que vivem fora dos grandes centros urbanos, onde o acesso a gás é feito por via canalizada, como é o caso do GPL canalizado e do gás natural.

Em muitas zonas do país, o acesso a gás ainda só é possível por via do gás de garrafa. E, segundo noticia o Jornal de Notícias (ligação indisponível), os cálculos apontam para que quem tenha botija pague cerca de 230 euros anuais acima do valor médio gasto nas casas onde há um contador e o serviço é canalizado.

Este fator de desigualdade tem sido alvo de ação regulatória. No final de agosto, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos pediu à Autoridade da Concorrência (AdC) que analise o mercado do gás engarrafado, por ver margens de comercialização elevadas.

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