Recuperação económica passa pelo robustecimento da agricultura, diz Costa

  • Lusa
  • 24 Setembro 2020

António Costa apontou que as alterações climáticas são uma realidade e que a subsistência da agricultura depende do combate às mesmas.

O primeiro-ministro defendeu esta quinta-feira que é inquestionável que a recuperação económica passa pelo robustecimento da agricultura, agradecendo ainda ao setor pela resposta dada perante a pandemia de covid-19.

“Hoje, ninguém questiona que recuperar a economia passa por robustecer o setor agrícola, e este é o nosso desígnio. Com o contributo da CAP [Confederação dos Agricultores de Portugal], vamos alcançar as nossas metas”, afirmou António Costa, numa mensagem gravada que foi transmitida na cerimónia de apresentação da “Ambição Agro 2020-30”.

Em causa, está um conjunto de propostas da CAP, esta quinta-feira apresentadas em Lisboa, que pretendem enquadrar a visão do setor agrícola na recuperação económica do país. Durante a sua intervenção, o primeiro-ministro agradeceu ainda ao setor pela resposta que tem dado durante a pandemia de covid-19, permitindo que nada falte na mesa dos portugueses.

“Pedimos às pessoas que ficassem em casa […], mas houve outros, contudo, que não o puderam fazer. Se não faltou nada à nossa alimentação […], é porque houve alguém que arregaçou as mangas. Temos de agradecer aos agricultores portugueses, que permitiram que nada faltasse na mesa dos portugueses”, notou. Costa lembrou ainda que as alterações climáticas são uma realidade e que a subsistência da agricultura depende do combate às mesmas.

No que se refere à temática da inovação e das exportações, também abordada no documento da CAP, o governante lembrou que Portugal reduziu em 400 milhões de euros o seu défice alimentar e as exportações cresceram 5% ao ano na última década, graças ao contributo da agricultura.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 978.448 mortos e quase 32 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP. Em Portugal, morreram 1.931 pessoas dos 71.156 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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