Nas notícias lá fora: Vacina, dívida chinesa e Google

Em troca de preços mais baixos, a AstraZeneca terá imunidade parcial na UE caso seja alvo de pedidos de indemnização por efeitos secundários inesperados. Esta e outras notícias em destaque lá fora.

A Telefónica pode vir a ter um novo concorrente de peso em Espanha. A Vodafone, terceira maior operadora no país, abordou a MásMóvil para uma possível aquisição. Juntas, as duas empresas superariam a Orange, que é atualmente a segunda principal fornecedora de serviços de comunicações eletrónicas naquele mercado. Lá fora, destaque também para a imunidade parcial negociada pela AstraZeneca com a UE por causa da vacina, e 140 mil milhões de dólares podem estar a caminho dos mercados de capitais chineses.

Reuters

AstraZeneca vai ter imunidade parcial na UE por causa da vacina

A AstraZeneca, que está a desenvolver uma potencial vacina para a Covid-19 com a Universidade de Oxford, negociou com a União Europeia imunidade parcial no caso de vir a ser processada por possíveis efeitos secundários. Em troca de preços mais reduzidos, os governos europeus aceitaram pagar eventuais pedidos de indemnização acima de um valor acordado. É rara a existência de efeitos secundários inesperados após a inoculação de vacinas. Porém, a urgência na aprovação de uma vacina para a Covid-19 que seja minimamente segura vai exigir o encurtar dos ensaios clínicos, que normalmente poderiam demorar cerca de dez anos. Leia a notícia completa na Reuters (acesso livre/conteúdo em inglês).

Financial Times

Dívida chinesa a caminho de um influente índice de obrigações

A dívida soberana chinesa deverá ser incluída entre as componentes do FTSE World Government Bond (ticker: WGBI), um grande índice obrigacionista que atrai muitos milhares de milhões de dólares em investimento em todo o mundo. Confirmando-se esta decisão em março, estima-se que cerca de 140 mil milhões de dólares poderão ser canalizados para os mercados de capitais chineses por via da compra de dívida da segunda maior economia do mundo. Leia a notícia completa no Financial Times (acesso pago/conteúdo em inglês).

The Guardian

Google pode não voltar ao escritório a tempo inteiro

A Google está a planear uma transição para um modelo de trabalho híbrido, em que uma parte dos funcionários pode não voltar ao escritório a tempo inteiro. De acordo com o presidente executivo da multinacional, 62% dos trabalhadores demonstrou interesse num modelo de trabalho no escritório a tempo parcial e a empresa deverá acomodar esse desejo mesmo depois da pandemia. A decisão mostra como o choque do novo coronavírus forçou um novo equilíbrio no mercado laboral, com a tecnologia a permitir a deslocalização de equipas nas empresas. Leia a notícia completa no The Guardian (acesso livre/conteúdo em inglês).

El Economista

Vodafone quer comprar a MásMóvil em Espanha

A Vodafone está interessada em adquirir a MásMóvil e já desenvolveu os primeiros contactos junto da operadora espanhola, através de intermediários financeiros. As empresas ainda estão longe de fechar qualquer acordo. Mas, avançando, significaria que a terceira maior telecom espanhola fundir-se-ia com a quarta maior, ultrapassando a Orange e tornando-se a principal concorrente da líder Telefónica. Leia a notícia completa no El Economista (acesso livre/conteúdo em espanhol).

Business Insider

Google Maps vai mostrar zonas onde há mais Covid-19

O Google Maps vai passar a ter um novo recurso que permite aos utilizadores visualizarem as zonas onde há mais casos de infeção por Covid-19 através de um sistema de camadas de cores. Cada cor representa a média de casos nos últimos sete dias por 100.000 habitantes e mostra se a tendência é de aumento da incidência ou de diminuição. O objetivo é ajudar os utilizadores a “tomarem decisões mais informadas sobre onde ir e o que fazer”, justificou a Google. Leia a notícia completa no Business Insider (acesso livre/conteúdo em inglês).

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