Consumo de cimento sobe 10,2% até agosto para 2,4 milhões de toneladas

  • Lusa
  • 28 Outubro 2020

Consumo de cimento em Portugal manteve até agosto a “tendência de subida robusta”, acumulando um aumento homólogo de 10,2%, para 2,4 milhões de toneladas, diz a AICCOPN.

O consumo de cimento em Portugal manteve até agosto a “tendência de subida robusta”, acumulando um aumento homólogo de 10,2%, para 2,4 milhões de toneladas, divulgou esta quarta-feira a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Publicas (AICCOPN).

“Em agosto, o consumo de cimento no mercado nacional manteve a tendência de crescimento robusto, totalizando 2,4 milhões de toneladas desde o início de 2020, o que corresponde a um aumento de 10,2% em termos homólogos acumulados”, refere a associação na última edição mensal da ‘Síntese Estatística de Habitação’.

Quanto à emissão de licenças de construção nova e reabilitação de edifícios habitacionais pelas câmaras municipais, a AICCOPN reporta uma “ligeira redução”, de 1,4%, nos primeiros oito meses do ano face ao período homólogo. Nos três meses terminados em agosto, a variação é de 13,4% em relação ao ano passado.

Segundo a associação, também ao nível do licenciamento de fogos em construções novas se verifica um “ligeiro de decréscimo” de 2,2%, em termos homólogos acumulados até agosto, para um total de 15.496 alojamentos.

Relativamente ao crédito concedido pelas instituições financeiras para aquisição de habitação, manteve no acumulado dos primeiros oito meses do ano “uma tendência favorável”, com um crescimento em termos homólogos de 7,0%, para 7.127 milhões de euros.

Já a avaliação bancária da habitação registou, uma vez mais, um novo máximo histórico, com um aumento de 7,0% em agosto, em termos homólogos, para 1.128 euros por metro quadrado (m2).

Na Área Metropolitana do Porto, o número de fogos licenciados em construções novas, nos 12 meses terminados em agosto, totalizou 4.943, mais 34,7% face aos 3.669 alojamentos licenciados nos 12 meses anteriores.

Por tipologia, 48,5% destes correspondem a T3 ou superior e 25,3% a T2.

Quanto aos indicadores de avaliação bancária na habitação nesta região, aumentaram 11,0% em agosto, em comparação com o mesmo mês de 2019, para 1.139 euros por m2.

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