Galp cede 3% e derruba bolsa de Lisboa. Europa também cai

Melhores desempenhos no PSI-20 pertenciam a 4 cotadas que seguiam inalteradas. Maré vermelha em Lisboa estende-se à Europa, perante as preocupações com aumento de infeções e aperto nas restrições.

Sem cotadas em zona de ganhos e com a Galp Energia a perder mais de 3%, a bolsa nacional arrancou a negociação com pouco apetite pelo risco. Lisboa está a perder cerca de 1%, numa sessão que também não está a ser famosa lá fora.

O PSI-20, o principal índice português, cede 1,12% para 4,368,45 pontos, quando os melhores desempenhos por cá se cingiam às variações nulas de quatro cotadas: REN, Ibersol, Novabase e Jerónimo Martins.

As restantes 13 cotadas (o PSI-20 está com 17 títulos momentaneamente, após a saída da Sonae Capital) estão a negociar em terreno negativo. Destaque para as ações da petrolífera nacional: a Galp recua -3,52% para 8,674 euros.

Galp cai mais de 3%

Também o BCP, que disparou na última sessão quase 10%, cede mais de 2% para 0,111 euros. Uma nota do CaixaBank/BPI com recomendação de compra deu asas à ação do banco liderado por Miguel Maya na sessão desta quarta-feira.

O setor do papel também evidencia perdas expressivas: a Semapa, que controla a Navigator, está em baixa de 2,47% para 7,89 euros. A Navigator, por seu turno, desvaloriza 1,84% para 2,246 euros. E a Altri recua quase 1%.

O sentimento também é negativo lá fora. O espanhol Ibex-35 perde 1,4%. As praças de Paris e Frankfurt também desliza entre 0,8% e 0,9%. O Stoxx 600, índice de referência no Velho Continente ao reunir as 600 principais companhias da região, perde 0,8%.

Trata-se de uma extensão das perdas de Wall Street, que encerrou a sessão desta quarta-feira a cair mais de 1% perante os receios em torno do aumento de casos de infeção pelo novo coronavírus e da necessidade de os países avançarem com medidas de restrição mais apertadas para travar a segunda vaga da pandemia.

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